Uma Teia de Família


JOSÉ Gomes dos Santos Pinto [Parents] was born on 19 Feb 1783 in Pedra Branca (Faz. do Jaboticabal) em Cunha, São Paulo, Brasil. He died on 25 Oct 1853 in Pedra Branca (Faz. do Jaboticabal) em Cunha, São Paulo, Brasil. He was buried in 1868 in Cemitério Municipal de Cunha. He married MARIA DO CARMO dos Santos on 17 Jun 1816 in casa do Alferes Antonio Candido dos Santos.

Censo de 1789 (Maços de População, Arquivo do Estado de São Paulo, Cunha, 1789, pp , 73). Em 1801 (Maços de População, Arquivo do Estado de São Paulo, Cunha, 1801, pp 65, # 62) era alferes de mestre. Em 1821 foi recenseado (Maços de População, Arquivo do Estado de São Paulo, ano 1821, Cunha) onde declarou ser agricultor com um sítio "em que faz suas plantaçoins della importou 60 capados e 240#000 rs, importou (...) de sua caza 140$000 rs paçou pella exportação 100$000 rs que pagou as anteçididas dividas de sua caza de produção 70$000 leitoins". Foi novamente recenseado em 1825, 1828 e 1830 (Maços de População, Arquivo do Estado de São Paulo, Cunha, 1825, pp 100, # 76; 1828, pp 100, # 82; 1830, pp 99, # 27).

Casamento (L3 f56v) # Aos dezasette de junho de mil oitocentos e dezaseis annos nesta matriz de Cunha de tarde, com dispensa dos proclamas, e com provizaõ do reverendo vigario da vara Francisco da Costa Moreira, em minha prezença e das testemunha abaixo asignadas o reverendo Francisco Pinto de Siqueira, e o coronel Antonio Jozé de Macedo, se receberaõ e matrimonio em caza do alferes Antonio Candido, o alferes JOZE GOMES DOS SANTOS, filho de FRANCISCO PINTO DOS SANTOS, e de THEODORA MARIA DE SIQUEIRA, natural, e baptizado nesta villa, e dona MARIA DO CARMO, filha do alferes ANTONIO CANDIDO, e de dona MARIA FRANCISCA natural, e baptizado nesta matriz despensados do quarto gráo mixto ao terceiro de consanguinidade pilo dito vigario da vara, e logo receberaõ bençaõs nupciais. \\ O vigario collado Antonio Galvaõ França \\ Francisco Pinto de Siqueira.

Ao todo o casal teve 15 filhos.

Foi alferes em Campos de Cunha, cujo testamento consta no inventário depositado no Museu Francisco Veloso em Cunha:
[folha 8] Em nome da Santissima Trindade e Padre Filho e Espirito Santo tres pesoas destinhas e hum só Deus verdadeiro, em que puz firmemente com cuja lei pretendo viver e morrer. Eu JOZÉ GOMES DOS SANTOS PINTO estando de pe com saude e em meo perfeito juizo mas temendo a morte infalivel a todo adiante dejezando por minha alma no caminho da salvaçaõ, faço este meu testamento na forma seguinte.
Primeiramente incomendo minha alma a Santissima Trindade que (abaixo) e logo ao termo da paixaõ que pela morte de seo unigenito filho e queira reçeber a Virgem Maria Senhora Noça ao anjo de minha goarda e ao santo de meo nome, e o de minha excpçional devosaõ, e todos os santos e santas da Corte do Seo sejaõ os meos interlocutores quando a minha alma deste mundo partir para que ai gozar do bem aventurança pelos mereçimentos da paixaõ e morte de meo Senhor Jezus Christo.
Declaro que sou natural desta vila filho legitimo de FRANCISCO PINTO DOS SANTOS e THEODORA MARIA DE SIQUEIRA ja falecidos [folha 8v] e cazado com MARIA DO CARMO cujo legitimo matrimonio cristam tive oito filhos a saber MARCOS, HONORIO, JOZE, DANIEL, LEOCADIA, THEODORA, MARIA, SALOMEIA nomeio para meos testamenteiros e zeladores de meus bens e benfeitorias de minha alma em primeiro lugar minha mulher MARIA DO CARMO, em segundo a HONORIO GOMES DOS SANTOS PINTO, em terceiro lugar DANIEL PINTO DOS SANTOS, e rogo aos mesmos que por serviço de Deus, e esmola a mim, queiraõ aseitar os encargos desta minha testamentaria, por rogo, o trabalho puderaõ por saber administra-lher, comsedo marco para os contar da mesma o prazo de dous annos, o meo enterro sera feito almiaõ do meo testamenteiro, o qual no dia de meo falecimento dara de exmola aos pobres mais neçesitados desta vila hum mil reis e mandara dizer misas de corpo prezente e os (...), pelos padres que se acharem prezentes, bastando para prova da distribuição da referida exmola hum simples certificado de meo testamenteiro pelo conseito que me merese. O meo testamenteiro mandara dizer huma capela de misas pelas almas de meos falecidos paes, e tambem huma capela dita por minha alma e asim mais mandará dizer huma misa [folha 9] ao santo de meo nome de outra de todos os santos da Corte do Seo, e outra pelas almas do purgatorio, outra a Nosa Senhora dos Remedios, e outra pelas almas de meus escravos já falecidos.
Deixo a meo filho HONORIO hum conto de reis de minha terça, por sempre me ter feito companhia em todos os meos trabalhos e remunerando com isto a sua administraçaõ, assim mais a minha filha LEOCADIA [deixo] a criola Violeta, e a minha filha MARIA deixo a criola Procula, a minha filha SALOMEIA o criolo MANOEL, e asim mais a minha filha THIODORA a criola THERESA, e a meu filho DANIEL o criolo Luiz, e a meo filho JOZE o criolo Julio. Deixo a minha afilha, filha de meo filho MARCOS filha digo MARIA DO CARMO hum mil reis. Deixo a minha afilhada, filha de Pulinario e Estefana vinte mil reis.
Declaro que meo escravo Nicolau e sua mulher Maria Nunes Rebolo, em fim mais o escravo Joze e sua mulher Thomazia nasaõ bantos ficaraõ libertos desde o dia do meo falecimento.
Declaro que o mulatinho Ventura deixo forro e liberto desde o dia de meo falecimento, deixando minha terça sem mil reis aludindo a sua minoridade, e o ter comisgo para a idade adulta.
[folha 9v] Declaro que nomeo e instituo por minha erdeira inventariante do inventario de minha terça dipois de conferias as minhas disposiçaõ a minha mulher MARIA DO CARMO. E para esta forma tenho concluido este meo testemunho pelo qual derogo qual quer outro testemunho e codicilio que por ventura apareçia com data anterior ante e rogo ex justisas deste impreso, lhe dese e fasaõ dar enteiro vigor e comprimento para que tudo se cumpra como nele si ha declarado para asim ser minha ultima vontade e faço o prezente por mim feito e asinado no Sitio do JABOTICABAL, tres de março de mil oito sentos e tres, JOZE GOMES DOS SANTOS PINTO.

O corpo de José e de sua esposa foram enterrados na Matriz de Cunha, posteriormente os seus restos mortais foram transferidos para o recem inalgurado cemitério municipal de Cunha (1868), onde ainda repousam (De Oliveira Veloso, A História de Cunha, 2010, pp 345)

MARIA DO CARMO dos Santos [Parents] was born on 17 Sep 1797 in Campos Novos de Cunha, São Paulo, Brasil. She died on 15 Jul 1863 in Pedra Branca (Faz. do Jaboticabal) em Cunha, São Paulo, Brasil. She was buried on 15 Jul 1863 in Cemitério Municipal de Cunha. She married JOSÉ Gomes dos Santos Pinto on 17 Jun 1816 in casa do Alferes Antonio Candido dos Santos.

Testamento (Museus Francisco Veloso, Cx 38) # Em nome da Santisima Trindade, Padre, Filho, Espirito Santo, tres pesôas distintas, e úm so Deos verdadeiro, em quem firmemente creio, nesta fé pretendo viver, e morrer. Amem.
Eu Maria do Carmo dos Santos, estando no fim, mas naõ de câma, nem soffrendo enfirmidade de que receio a morte, e em meo perfeito juizo, porem temendo o fim a que chega a todo o vivente resolvo-me a fazer este meo testamento pela maneira que n’elle paso a declararar.
Sou natural da cidade de Cunha, filha legitima do Alferes Antonio Candido dos Santos, e Maria Francisca de Gouvêa, ja falecidos. Fui cazada com o finado Alferes Jozé Gomes dos Santos Pinto, de cujo matrimonio tivemos quinze filhos, dos que existem vivos oito, que saõ Marcos, Honorio, Joze, Daniel, Leocadia, Maria, Roza, Theodora, e Salomeia.
Peso, e rogo queiraõ ser meos testamenteiros em primeiro lugar meo filho Honorio Gomes dos Santos Pinto, em segundo meo filho Marcos Joze Pinto, em terceiro meo filho Daniel Gomes [folha 1v] dos Santos Pinto, aos quaes pela ordem em que se achaõ nomeados peso, e rogo queiraõ, por serviço à Deos, e esmolla á mim, acceitar este meo testamento, e fazer cumprir tudo quanto n’elle se contem, e a declarar pasando para iso o prazo de dous annos, mas confio que o faraõ com a maior brevidade posivel.
Meo corpo será involto no habito de Nosa Senhora das Dores, de cuja Irmandade sou indigna irmã. Meo enterro será feito a vontade de meo testamenteiro, o qual mandará celebrar misas de corpo presente e de oitavario pelos sacerdotes, que se acharem na parochia ao tempo do meo falecimento.
Meo testamenteiro dará de esmolla áos pobres mais necesitados d’este municipio a quantia de duzentos mil reis (200$000), e pelo conceito que d’elle faço será bastante asinarem que o fez para julgar-se este verba por cumprida, e satisfeita.
Meo testamenteiro mandará dizer por minha alma hüa capella de misas, üa capella por alma de meo finado marido, e outra capella pelas almas de meos pais.
Deixo de esmola á cada úm dos altares da Matriz de Nosa Senhora da Conceiçaõ padroeira d’esta cidade de Cunha, inclusive [folha 2] o altar mór, e o Senhor dos Pasos na sacristia a quantia de cincoenta mil reis, cuja quantia será aplicada nos repasos dos ditos altares, gastando-se em cada hum a quantia de cincoenta mil reis que será entregue áos thesoureiros das respectivas irmandades, ou áo fabriqueiro para fazer applicaçaõ segundo a minha vontade.
Deixo de esmolla ás minhas manas Rita, e Marianna, a quantia a quantia de quarenta mil reis á cada hûa; e bem asim ás minhas sobrinhas Eugenia, e Grata filhas dos falecidos tenente Antonio Jozé de Lorena e minha mana Eugenia, outra igual quantia de quarenta mil reis á cada hûa: asima mais deixo á meo afilhado, e sobrinho Janoario Antonio de Lorena, a quantia de cincoenta mil reis.
Deixo á minha néta, e afilhada Maria do Carmo filha de Marcos Jozé Pinto, e Laurinda Umbelina da Silva a quantia de trezentos mil reis (300$000).
Deixo á meo néto, e afilhado Benedito, filho de Jozé Pinto dos Santos Leite, e minha filha Theodora a quantia de cincoenta mil reis, e duas novilha, e á Joaquim filho dos mesmos taõ bem meo néto, e afilhado outra igual quantia [folha 2v] de cincoenta mil reis, e hûa novilha.
Deixo á meo neto, e afilhado Jozé filho de Luiz Antonio Galvaõ, e Maria Roza cincoenta mil reis, e asim mais á minha minha neta, e afilhada Maria filha de Jozé Pinto e Saloméia, a quantia de cincoenta mil reis.
Deixo á minha afilhada Maria das Dores, cazada com Francisco de Paula Santos a quantia de vinte mil reis: Asim mais ás minhas afilhadas Maria da Gloria filha de meo sobrinho e compadre Fructuozo Ribeiro de Lorena, e Estefania filha de Apolinario Marcelino d’Amorim a quantia de vinte mil reis á cada hûa.
Deixo áos meos dous filhos Jozé, e Daniel as cazas, e todas as bemfeitorias que posuo n’esta Fazenda do Jaboticabal, inclusive os cafezaes, e campos, asim como todos os objectos da servidaõ da caza, excepto a prata: com a condiçaõ porem de naõ poderem vender, nem alienar á pesôa algûa de fóra, mas sim aquelle que quizer sahir do lugar venderá áo outro, naõ podendo dar maior vallor do que aquelle que for dado no meo inventario. Declaro que n’esta verba fica taõbem [folha 3] comprehendido o oratorio e todos os objectos pertencentes áo mesmo.
Deixo áo meo fiho Daniel a crioula Fermina, e o muleque Roque; asim mais para servir lhe pelo tempo de dez annos a escrava Mara Jozé, findo o qual tempo lhe pasará carta de liberdade, e se por ventura n’este tempo tiver algum filho será liberto com se de ventre livre fora nascido.
Deixo para servir á meo filho Joze pelo tempo de déz annos a escrava Catharina, findo o dito prazo lhe pasará carta de liberdade.
Deixo a Theodora cazada com Joze Pinto seis colherinhas, e conxas de prata para chá.
Deixo liberto o meo escravo Antonio moleque, servindo de titulo de sua liberdade esta verba.
Deixo de esmolla áo Boaventura filho de Maria Jozé a quantia de cincoenta mil reis.
Declaro que cumpridas todas as minhas disposições, o que restar de minha terça será igualmente [folha 3v] repartido por todos os meos herdeiros, e como naõ sei qual será ainda a vontade de Deos declaro que se por ventura accontecer que minhas disposições excedaõ a força de minha terça, n’esse cazo será feito úm rateio, menos no que diz quanto aó pio, e liberdades.
Declaro que meo filho Jozé está devendo ao monte a quantia de dous contos quinhentos e cincoenta e oito mil reis (2:558$000) como tudo consta de meo livro, tudo proveniente de dinheiro que por vezes emprestei-lhe para seos arranjos: asim mais declaro que meo filho Daniel he devedor de quinhentos e cincoenta mil reis (550$000), e minha filha Salomeia he devedora da quantia de trezentos mil reis (300$000) tudo de dinheiro que pediraõ-me para seos arranjos.
E por esta forma tenho concluido este meo testamento, e disposiçaõ d’ultima vontade, áo qual peso, e rogo ás justiças de Sua Majestade Imperial e (Constitucional) dem, e façaõ como n’elle se contem, e declarado tenho, e se por ventura faltar n’elle algûa clausula [folha 4], ou ou clauzulas das em direito necesarias a que as hu como se expresas fosem, e declaradas estivesem. E por verdade de tudo, e ser esta minha ultima vontade, e eu naõ poder escrever pedi, e roguei ao vigario Antonio Gomes de Siqueira, que este por mim fizesse, e vai por mim somente asignado.
Sitio do Jaboticabal 12 de Junho de 1863.
Maria do Carmo dos Santos

Inventário (Museu Francisco Veloso, Maço Cx 41, 1868).

They had the following children:

  M i MARCOS JOSÉ Gomes dos Santos Pinto
  M ii Honório Gomes dos Santos Pinto was born in 1819 in Pedra Branca (Faz. do Jaboticabal) em Cunha, São Paulo, Brasil. He was christened on 07 Mar 1819 in Igreja Matriz de Cunha. He died in 1884 in Pedra Branca (Faz. do Jaboticabal) em Cunha, São Paulo, Brasil.

Batismo (L6 f63v) # Aos sete dias de março de mil oito centos e dezanove annos nesta matriz com licença do reverendo paroco baptizei, e puz os santos oleos ao ONORIO filho legitimo do alferes JOZE pinto digo GOMES DOS SANTOS PINTOS, e sua molher MARIA DO CARMO, foraõ padrinhos o padre Francisco Pinto de Siqueira, e Maria Francisca de Govea molher do alferes Antonio Candido freguezes desta. \\ O padre Francisco Pinto de Siqueira.

Foi recenseado em 1830 (Maços de População, Arquivo do Estado de São Paulo, ano 1830, Cunha, pp 99, # 27).
e legou inventário (Museu Francisco Veloso, Cx 58 e 59)
  M iii José Gomes dos Santos Pinto was born in 1821 in Pedra Branca (Faz. do Jaboticabal) em Cunha, São Paulo, Brasil. He was christened on 14 Feb 1821 in Igreja Matriz de Cunha. He died in 1821 in Pedra Branca (Faz. do Jaboticabal) em Cunha, São Paulo, Brasil.

Batismo (L6 f--) # Aos quatorze dias do mes de fevereiro de mil oito centos e vinte e hum annos nesta matriz o reverendo Francisco Pinto de licença do reverendo vigario baptizou, e pos os santos oleos a JOZE filho do alferes JOZE GOMES DOS SANTOS PINTO, e MARIA DO CARMO moradores no bairro do Pinhal: foraõ padrinhos Manuel Pinto dos Santos, e Theodora Lima dos Santos solteira filha de dona Theodora Maria de Siqueira todos desta freguezia. \\ O padre Francisco Pinto de Siqueira.
  F iv Leocádia Maria do Carmo dos Santos Pinto was born in 1822 in Bairro da Pedra Branca (Faz. do Jaboticabal) em Cunha, São Paulo, Brasil.

Foi recenseada em 1830 (Maços de População, Arquivo do Estado de São Paulo, ano 1830, Cunha, pp 99, # 27).
  F v Maria Gomes dos Santos Pinto was born in 1824 in Pedra Branca (Faz. do Jaboticabal) em Cunha, São Paulo, Brasil. She was christened on 08 May 1824 in Igreja Matriz de Cunha. She died in 1824 in Pedra Branca (Faz. do Jaboticabal) em Cunha, São Paulo, Brasil.

Batismo (L6 f--v) # Aos oito dias do mez de maio de mil oito centos e vinte e quatro annos nesta matriz baptizei e puz os santos oleos a MARIA filha do alferes JOZE GOMES DOS SANTOS PINTO, e de MARIA DO CARMO: foraõ padrinhos o alferes Antonio Marceliano dos Santos solteiro e Joaquina Maria por procuraçaõ que aprezentou a sua mai dona Maria Francisca mulher do alferes Antonio Candido todos desta.
  M vi Eugênio Gomes dos Santos Pinto was born in 1825 in Pedra Branca (Faz. do Jaboticabal) em Cunha, São Paulo, Brasil. He was christened on 23 Oct 1825 in Igreja Matriz de Cunha.

Batismo (L7 f28v) # Aos vinte e tres de outubro de mil oito centos e vinte e sinco annos nesta matriz baptizei; e puz os santos oleos a EUGENIO filho do alferes JOZE GOMES DOS SANTOS PINTO, e dona MARIA DO CARMO, moradores na Pedra Branca: foraõ padrinhos Manuel Pinto dos Santos e Izabel Eufrazia dos Santos todos desta. \\ O coadjutor Antonio Pereira Querido.

Foi recenseado em 1830 (Maços de População, Arquivo do Estado de São Paulo, ano 1830, Cunha, pp 99, # 27).
  F vii TEODORA MARIA DO CARMO dos Santos Pinto
  F viii Maria Gomes dos Santos Pinto was born in 1828 in Pedra Branca (Faz. do Jaboticabal) em Cunha, São Paulo, Brasil. She was christened on 13 Sep 1828 in Igreja Matriz de Cunha. She died in 1829 in Pedra Branca (Faz. do Jaboticabal) em Cunha, São Paulo, Brasil.

Batismo (L7 f--v) # Aos treze de setembro de mil oito centos e vinte e oito annos nesta matriz o reverendo Francisco Pinto de licença baptizou, e poz os santos oleos a MARIA filha do alferes JOZE GOMES DOS SANTOS PINTO, e de MARIA DO CARMO: padrinhos Joaõ Pinto dos Santos, e Joaquina Zelinda de Sequeira mulher do alferes Jozé Galvaõ de Sequeira todos desta. \\ O padre Francisco Pinto de Siqueira.

Foi recenseada em 1830 (Maços de População, Arquivo do Estado de São Paulo, ano 1830, Cunha, pp 99, # 27).
  M ix José Gomes dos Santos Pinto was born in 1829 in Pedra Branca (Faz. do Jaboticabal) em Cunha, São Paulo, Brasil. He died after 1877 in Mambucaba em Angra dos Reis, Rio de Janeiro, Brasil.

Foi recenseado em 1830 (Maços de População, Arquivo do Estado de São Paulo, ano 1830, Cunha, pp 99, # 27). Foi proprietário de terras na antiga Freguesia de Nossa Sra. do Rosário de Mambucaba/RJ. Nela aparece como fazendeiro e plantador de café em 1858 a 1877 (Almanak Laemmert)
  M x Daniel José dos Santos Pinto was born in 1830 in Bairro da Pedra Branca (Faz. do Jaboticabal) em Cunha, São Paulo, Brasil.
  M xi Vicente Gomes dos Santos Pinto was born in 1831 in Pedra Branca (Faz. do Jaboticabal) em Cunha, São Paulo, Brasil. He was christened on 18 Apr 1831 in Igreja Matriz de Cunha.

Batismo (L8 f30v) # Aos dez outo de abril de mil oito centos e trinta e hum anno nesta matriz o reverendo Francisco Pinto de Sequeira de licença baptizou e poz os santos oleos a VICENTE filho do alferes JOZE GOMES DOS SANTOS PINTO, e MARIA DO CARMO DOS SANTOS: padrinhos o mesmo baptizante e Eugenia Francisca de Gouveia todos desta. \\ Francisco Pinto de Siqueira.
  F xii Saloméia Maria do Carmo dos Santos Pinto
  F xiii Maria Rosa do Carmo Gomes dos Santos Pinto

FRANCISCO Pinto dos Santos [Parents] was born in 1742 in São Cosme, Distrito do Porto, Portugal. He died in 1799 in Pedra Branca (Faz. do Jaboticabal) em Cunha, São Paulo, Brasil. He married TEODORA MARIA de Siqueira in 1773/1774 in (Igreja Matriz de Cunha).

Passou para o Brasil por volta de 1760, onde se fixou em Cunha e foi tronco da família Pinto dos Santos. Foi recenseado em 1789, 1796 (Maços de População, Arquivo do Estado de São Paulo, Cunha, 1789, pp 73; 1796, pp 61) quando declarou ter "hum citio que colhe milho alqueires 990 \\ feijão 100 \\ arroz 10 \\ gado cabeças 4 \\ porcos 200 \\ de ventre 20 \\ produsão 100 \\ cavalos, e bestas 12 \\ morada de cazas 1" tinha também 22 escravos. Em 1796 vivia no Bairro da Bocaina/Macacos. No censo de 1798 (Maços de População, Arquivo do Estado de São Paulo, Cunha, 1798, pp 47, # 21) consta que tinha "hum sitio em que planta de milho alqueires 20 \\ feijão alqueires 2 \\ aroiz 1 \\ comçome em çua caza \\ capados 150 250 \\ que vai para a sede do Rio de Janeiro \\ cavalos 6".

Traslado do testamento com que faleceo o testador FRANCISCO PINTO DOS SANTOS

[folha 37]
Em nome da Santassima Trindade Padre Filho Espirito Sancto tres pessoas destintos e hum so Deus verdadeiro saibam quantos este publico instrumento de testamento e otima vontade virem que sendo no anno do nascimento de Noso Senhor Jezus Chisto do mil cete centos e noventa e nove aos vinte e dois do mez de Fevereiro do dito anno nesta villa de Cunha eu FRANCISCO PINTO DOS SANTOS achando me enfermo porem em meo perfeito juizo temendo justamente a morte ultimo fim, determino fazer meo testamento e determinar por minha ultima vontade o que se deixo fazer de meos bens depois de minha morte que he o seguinte.
Primeiro entrego a minha alma ao noso creador e senhor por o bastando que vivi e morro na sua santa lei catholica ainda que pecador e lhe suplico receba meo expirito quando partir deste mundo como recebeo e de meo senhor Jezus Christo ao expirar por mim no lenho da cruz e (...) meos merecimentos me auxiliando me a fazer (...) Virgem [folha 37v] Senhora Nosa, meo anjo da goarda, o santo de meo nome e data e Corte Celestial a quem de corasam o hecomendo e entrego o meo a terra e ordeno que se lhe enterre na igreja matriz da dita vila acompanhado pello meo reverendo parocho com os sacerdotes que (...) oficio de corpo prezente selebrando todas as misas por minha alma e (colhedor) da esmola minha pegando maes termo.
Declaro que sou natural da freguezia de Sam Cosme Bispado do Porto filho legitimo de LUIZ PINTO DOS SANTOS e de CAETANA DE JEZUS ambos ja falecidos sou cazado com THEODORA MARIA DE SIQUEIRA de que tenho onze filhos legitimos com nome FRANCISCO, ANNA, MARIA, JOZE, ANTONIO, JOAM, IGIDIO, MANOEL, JOAQUINA, TEODORA, JOAQUIM que por licito e por minha declaraçaõ e instituisam meos unicos e oniversais erdeiros.
Declaro que como alguns de meos filhos ficam os menor edade de meo falecimento de socorro e tutela da pesoa que os governa (de pose e desejo) athe a idade juvenil he minha vontade que minha mulher como cabeça de cazal em regra se dara da sua tutela para qual a nomeio e lhe rogo, que (...) no [folha 38] (...) regime (5 linha ilegiveis) a rogo de minha mulher THEODORA MARIA DE SIQUEIRA em primeiro lugar, em segundo lugar meo filho o padre FRANCICO PINTO DE SEQUEIRA com terseiro lugar Francisco Joze de Castro queiram aceitar o cargo, de comprirem as diposiçoens desta minha ultima vontade, para qual nomeio a cada hum (1 linha ilegível) de sua capacidades e a feitos que comprovam (1 linha ilegível) e a todas as minha determinaçoins como (1 linha ilegível) pertence e meos filhos legitimos (...) a dispor na terça (...) por fazer por minha alma (...) seguintes (1 linha ilegível) fazer dez capela de miças outra capela de misas se fara pelas almas de meos pais (...) irman ANNA ja falecida. Deixo exmola a Nosa Senhora das Dores desta matriz na quantia de vinte mil reis.
Declaro que alem da capela de misas que deixo pelas almas de meos pais e minha irman ANNA asima ja declarados quero que se lhe diga pelas almas dos mesmos, meos pais e irman, mais ceis capelas de missas [folha38v] vindo a tocar huma capela de misas pella alma de cada hum, quero que se digam maes huma capela de misas ao santo do meo nome, do anjo de minha goarda e ao santo do dia que eu falecer, mais se dira huma capela de misas pelas almas do meos escravos falecidos e outra capela de misas pela tensao dos meos escravos vivos, deexo de esmola aos pobres a quantia de sento e cincoenta mil reis a qual sera de parte da deceisam de meo testamenteiro o remanescente de minha Terça deixo para todos os meos filhos sendo repartido por eles em igual parte.
Declaro que teeve com minha molher pasamos huma excretura com o meo filho o padre FRANCISCO PINTO DE SEQUEIRA dois cazais em que moro para de see do seo patrimonio, a bem de se ordenar como a de constar de excriptura que se acha na nota do tabeliam desta villa com a quantia que constar da mesma excriptura entera ao dito padre meo filho para o monte por nam sahir da Terça, mais sim de monte todos os bens que (mereseo) devidas que some (...) de minha mulher he curadora e coando for ocaziam ella os declarara excede a boa fé que dela faso, sam estas todas as despisoins do meo testamento, ja he a minha ultima vontade que pesoas, (...)cas de sua Magestade posam ceempre engrandear como do meo [folha 39] testamento se comtem e quer o que valha como testamento por esse colegiado feeto em tres folhas e acordo como codecilio serem valer como verdadeiro testamento e cazo falte alguma clauzula (...) pelo que leam (...) contenha como sequer feeto por verdade (...) Joze Gomes Botelho (...) com a minha firma costumada dia hera supra. FRANCISCO PINTO DOS SANTOS como testemunha que se fez a rogo do ditador // Joze Gomes Botelho = & =

TEODORA MARIA de Siqueira [Parents] was born in 1754 in Cunha, São Paulo, Brasil. She died in 1833 in Pedra Branca (Faz. do Jaboticabal) em Cunha, São Paulo, Brasil. She married FRANCISCO Pinto dos Santos in 1773/1774 in (Igreja Matriz de Cunha).

Foi recenseada em 1789, 1805, 1828 e 1830 (Maços de População, Arquivo do Estado de São Paulo, Cunha, 1798, pp 73; 1805, pp 46, # 66; 1828, pp 99, # 80; 1830, pp 96, # 20) e testou em Cunha (Museu Francisco Veloso, Cx 21, 1833). No censo de 1789 declarou ter 35 anos. No censo de 1801 (Maços de População, Arquivo do Estado de São Paulo, Cunha, 1801, pp 65, # 62) declarou ter "hum sitio em que colhe de milho 1000 alqueires e feijão 120 e tudo comçome em caza manda para o Rio de Janeiro 150 a(...)s de toucinho sinco animais cavalares de sua coste(...). Falta seu filho Antonio se ausentou". No censo de 1828 aparece com duas moças solteiras ditas suas filhas: Reginalda de 30 anos e Senhorinha de 26 e mais uma agregada de nome Laureana com 20, que já vivia com Teodóra em 1811 (Maços de População, Arquivo do Estado de São Paulo, Cunha, 1811, pp 40, # 31). Estas mesmas moças aparecem no censo de 1825 e 1830 como agregadas. As duas primeiras não poderiam ser filhas de Teodóra que enviuvou em 1799 (vide testamento de Francisco).

They had the following children:

  M i Francisco Pinto de Siqueira
  F ii Ana Celidônia Pinto dos Santos
  F iii Maria Amaltide dos Santos
  M iv JOSÉ Gomes dos Santos Pinto
  M v Antonio Gomes Pinto dos Santos
  M vi Manoel Pinto Gomes dos Santos
  M vii JOÃO Pinto dos Santos
  M viii Egídio Pinto de Siqueira
  F ix Joaquina dos Santos
  F x Teodóra Lima dos Santos was born in 1796 in Pedra Branca (Faz. do Jaboticabal) em Cunha, São Paulo, Brasil.
  M xi Joaquim Gomes dos Santos Pinto

JOÃO Galvão dos Santos [Parents] was born in 1829 in Bairro do Rio Acima em Guaratinguetá, São Paulo, Brasil. He was christened on 13 Aug 1829 in Igreja de Santo Antônio de Guaratinguetá. He died after 1887 in Campos Novos (Faz. da Bocaina) em Cunha, São Paulo, Brasil. He married TERESA Galvão de França on 18 Sep 1858 in Igreja de NS da Conceição de Silveiras.

Batismo (L14 f202v) # Aos treze de Agosto de mil oito centos e vinte nove nesta freguezia de Guaratinguetá baptizei e puz os Santos Oleos a JOÃO filho de JOZE GOMES DE SIQUEIRA e de dona MARIA THOMAZIA GALVOA. Rio Asima. Padrinhos o mesmo baptizante e Dona Anna Nogueira França todos desta freguezia. E para constar mandei fazer este assento que assigno. O vigario Manoel da Costa PInto.

Casamento (L2 f55) # Aos dezoito de setembro de mil oito centos, e cincoenta, e oito, depois de cumpridas as penitencias impostas pelo nuncio appostolico, em minha prezença e das testemunhas, o capitaõ Francisco Felix de Castro, e Agostinho da Fonseca Rodrigues, receberaõ em matrimonio, JOAÕ GALVÃO DOS SANTOS, natural de Guaratinguetá, e freguez desta parochia, filho legitimo de JOZE GOMES DE SIQUEIRA, e da finada MARIA THOMÁZIA GALVÔA FRANÇA, com MARIA THERESA GALVÔA FRANÇA, natural, e fregueza desta parochia, filha legitima do finado FELISBERTO GALVÃO DOS SANTOS, e MARIA JACINTHA GALVÔA FRANÇA, logo receberão as bençãos na forma do ritual romano. O vigario Manoel Bento de Azevedo Pereira.

Descende do Rei dos Reis Dario I da Pérsia, de Fernando I de Castela, Carlos Magno, Ramiro II das Asturias, de Addallah ibn Muhammed Sétimo Emir de Córdova, Hugo Capeto, William I o Conquistador da Inglaterra, Afonso Henriques.

TERESA Galvão de França [Parents] was born in 1835/1840 in Silveiras, São Paulo, Brasil. She died after 1883 in Campos Novos (Faz. da Bocaina) em Cunha, São Paulo, Brasil. She married JOÃO Galvão dos Santos on 18 Sep 1858 in Igreja de NS da Conceição de Silveiras.

Descende do Rei dos Reis Dario I da Pérsia, de Fernando I de Castela, Carlos Magno, Ramiro II das Asturias, de Addallah ibn Muhammed Sétimo Emir de Córdova, Hugo Capeto, William I o Conquistador da Inglaterra, Afonso Henriques.

They had the following children:

  F i MARIA DO CARMO Galvão de França

Luís Antonio Galvão [Parents] was born in 1821 in Pico Agudo em Cunha, São Paulo, Brasil. He was christened on 24 Apr 1821 in Igreja de NS da Conceição de Cunha. He died after 1877 in Pedra Branca (Faz. do Jaboticabal) em Cunha, São Paulo, Brasil. He married Maria Rosa do Carmo Gomes dos Santos Pinto on 23 Feb 1854 in Igreja de NS da Conceição de Cunha.

Batismo (L6 f--) # Aos vinte, e quatro dias do mez de abril de mil oito centos e vinte, e hum anno, nesta matriz baptizei; e puz os santos oleos a LUIZ filho do alferes JOZE GALVAÕ DE SIQUEIRA, e de sua mulher JOAQUINA ZELINDA DE SIQUEIRA, foraõ padrinhos o coronel Antonio Joze de Macedo, e Sam Paio, e sua mulher dona Maria Francisca todos desta. \\ O vigario collado Antonio Galvaõ França.

DATA: 23-02-1854:mn LOCAL: Igreja de NS da Conceição de Cunha LIVRO: L5 f077v NOIVOS: Luís Antônio Galvão e Maria Rosa de Alexandria PAIS DO NOIVO: José Galvão de Siqueira e Joaquina Zelinda de Siqueira PAIS DA NOIVA: Alf. José Gomes dos Santos Pinto (++) e Maria do Carmo NOTA: Impedimento de 2° de consanguinidade em linha colateral. Testemunhas Joaquim Galvão de Siqueira e Antônio Moreira da Silva Querido.

(Rosa, M. B., Antigos Registros de Casamento do Vale Histórico Paulista, Vol 1, 2017)

Foi lavrador na Bocaina (Marcondes de Moura, Os Galvão de França, V1, 1972 pp 217) e proprietário da Fazenda St. Cruz.

Maria Rosa do Carmo Gomes dos Santos Pinto [Parents] was born in 1835 in Pedra Branca (Faz. do Jaboticabal) em Cunha, São Paulo, Brasil. She died after 1877 in Pedra Branca (Faz. do Jaboticabal) em Cunha, São Paulo, Brasil. She married Luís Antonio Galvão on 23 Feb 1854 in Igreja de NS da Conceição de Cunha.

Também conhecida como Maria Rosa de Alexandria.

They had the following children:

  F i Maria do Carmo Galvão de França
  M ii José Galvão de França was born in 1856 in Cunha, São Paulo, Brasil. He was christened on 08 Sep 1856 in Igreja de NS da Conceição de Cunha.

Foi morador do Bairro de Santa Cruz (Cunha), onde era lavrador e eleitor (1890). (fonte: Marcondes de Moura 1972 pp 217)
  M iii João Galvão de França was born in 1859 in Cunha, São Paulo, Brasil. He was christened on 12 May 1859 in Capela de NS dos Remédios de Campos Novos de Cunha.

Padrinhos: Teodóro Monteiro de Siqueira e dona Joaquina Zelinda de Siqueira. Foi morador no Bairro das Dores (Cunha) e eleitor (1890) (Marcondes de Moura, Os Galvão de França, 1972 pp 218)
  F iv Ana Galvão de França
  M v Benedito Galvão de França was born in 1863 in Cunha, São Paulo, Brasil. He was christened on 19 Jan 1863 in Igreja de NS da Conceição de Cunha.

Padrinhos: José Pinto dos Santos Leite e sua mulher Teodóra Maria do Carmos. Foi morador do Bairro de Santa Cruz (Cunha), e eleitor (1890) (Marcondes de Moura, Os Galvão de França, 1972 pp 218).

Joaquim Gomes dos Santos Pinto [Parents] was born in 1798 in Pedra Branca (Faz. do Jaboticabal) em Cunha, São Paulo, Brasil. He died in 1864 in Cunha, São Paulo, Brasil. He married Feliciana Joaquina de Castro.

Em 1828 era soldado da 2° linha de Cunha (Maços de População, Arquivo do Estado de São Paulo, Cunha, 1825, Cunha, pp 100, # 75). Foi capitão em Cunha e não se casou. Foi recenseado em 1835 (Maços de População, Arquivo do Estado de São Paulo, Cunha, 1835). Deixou um filho como consta em seu testamento abaixo (Museu Francisco Veloso 1853 Cx 32).

[folha 1] Jesus, Maria, Jose. 1853.
Em nome da Santissima Trindade, Padre, Filho, e Espirito Santo treis pesoas distintas, e hum só Deos verdadeiro, em que perfeitamente creio, em cuja Fé protesto viver e morrer. Eu Joaquim Gomes dos Santos Pinto, estando de pé com saude e em meu perfeito juizo, e mais temendo da morte infalivel a todo o vivente, e desejando por minha alma nó caminho da Salvaçaõ, faço este meu testamento na forma seguinte;
Primeiramente emcomendo a minha alma, a Santissima Trindade que á criou, e rogo ao Eterno Padre que pela a morte de seu unigenito filho a queira receber, e a Virgem Maria Senhora Noça ao Anjo de minha guarda, ao Santo de meu nome, e ao de miha especial devoçaõ, e a todos os Santos e Santas da Corte do Céo sejaõ meus entercesores quando a minha alma deste mundo partir para que vá gozar da bem aventurança pelos merecimentos da paixaõ e morte de meu Senhora Jezus Christo.
Declaro que sou natural d'esta villa filho legitimo de Francisco [folha 1v] Pinto de Siqueira e Theodora Maria de Siqueira ja falecidos. Declaro que sou souteiro e tenho um filho de nome Joaõ Feliciano dos Santos Pinto que é meo legitimo erdeiro morador nesta villa filho de Feliciana Joaquina de Castro, e nomeio para meus testamenteiros zeladores de meus bens e benfeitorias de minha alma em primeiro lugar o meu irmam Manoel Pinto dos Santos, em segundo lugar ao meu erdeiro Joaõ Feliciano dos Santos Pinto em terseiro lugar ao meu irmam Joaõ Pinto dos Santos e rogo aos mesmos que por serviço a Deos e esmola a mim, queiraõ aceitar os encargos desta minha testamentaria pelo cujo trabalho poderaõ por saber aventariar e lhes (...)co para aceitar da mesma o prazo de dois annos, (...) será feito a eleiçaõ de meu testamenteiro a qual no dia de meu falecimento dara de esmola aos pobres mais necessitados desta villa sem mil reis e mandara dizer missas de corpo presente e as do (...)ario pelos padres que se [folha 2] acharem prezentes bastando para prova de sua atribuiçaõ esmola (com) simples certificado do meu testamento pelo o conçeito (...).
O meu testamenteiro mandara dizer duas capelás de misas por minha alma e mais huma capela de misas a Nosa Senhora da Conseiçaõ, por minha alma e mandara dizer duas misas ao santo de meo nome, duas misas do dito anjo de minhha guarda e duas ao sobredito santo, pelas almas do purgatorio e 2 misas ao divino Espirito Santo, deixo mais duas capelas de misas, huma para almas de meus falecidos pais, e outra pelas almas de meos escrvaos. Assim mais huma capela de misas com todos aqueles commingo tive amizade e apreiço.
Decho de esmola para a minha engeitada Maria Theodora hum negro de naçaõ cabinda de nome Deolino e duzentas braças de terras no lugar da Fazenda e meia duzia de colheres de prata. Deixo mais a minha afilhada Theodora filha de meu [folha 2v] irmaõ Manoel Pinto dos Santos huma criola de nome Birzida e meia duzia de colheres de prata. Deixo mais para minha sobrinha Maria filha de meu irmaõ Manoel Pinto dos Santos huma criola de nome Maria Joaquina e otra meia duzia de colheres de prata. Deixo mais para a engeitada que se creou em caza digo em casa de meu irmaõ senhorinha Lorianna hum mulato de nome Germanio. Deixo para as filhas de meu irmaõ Manoel Santos; Geraldina e Marianna sinco mil reis cada huma. Decho mais para as filhas de meu irmaõ Antonio Pinto dos Santos, Maria, Marianna e Ludovina sinco mil a cada huma.
Decho mais para as filhas de minha irmã Joaquina: Theodora, Anna, (Felicidade) e (Geruzia) sincoenta mil a cada huma. Decho a minha afilhada Maria Jacinta filha de meu irmaõ Joaõ Pinto dos Santos sinco mil reis. Decho ao meu afilhado Manoel Efrazio Monteiro filho do finado Dominguinhos duzentos mil reis e para o meu afilhado Joze Vaz Pinto Vilela, decho sinco mil reis. [folha 6] Decho a minha sobrinha Theodora filha de meu irmaõ Joaõ Pinto dos Santos vinte mil reis e a meu afilhado Francisco filho de meu irmaõ Joaõ Pinto sincoenta mil reis. Decho para ditta Felicianna Joaquina de Castro maë de Joaõ Feliciano dos Santos Pinto sinco mil reis.
Decho a meu afilhado Joaõ filho de mui irmaõ Manoel Pinto dos Santos sincoenta mil reis. Decho de esmola para a matriz sinco mil reis. Decho de esmola para a Capela de Nosa Senhora do Remédio sincoenta mil reis. Decho para de Saõ Benedito sincoenta mil reis.
Declaro que o meu escravo Bonifacio e a minha criola Barbara e Candida ficaraõ por assim servindo a minha irmã Theodora Luzia de Siqueira em quanto esta necesitar. Logo que esta falecer ficaraõ no dia de seu falecimento faraõ seguindo esta verba declarada de suas liberdades. Declaro mais que a meu negro Antonio Galo fica servindo a meu irmaõ Manoel Pinto dos Santos por longo de dois annos logo que findo os seus annos, terá por servido esta verba declarada da sua liberdade. Declaro que [folha 3v] que meos escravos Joaõ e Marianna de naçaõ e Maria Rita de naçaõ Cabinda ficaõ libertos deisde o dia de meu falecimento.
Declaro mais que nomeio e entitulo por meu erdeiro universal do (nome) Ponte (Vermelha) terça de (pois) de compra das minha dei po(...) meu irmaõ Manoel Pinto dos Santos e a minha irmã Theodora Luzia de Siqueira.
E por esta forma tenho concluido este meu testamento pelo qual revogo qualquer outro testamento ou condicilho que por ventura apareça com data anterior ou ainda a rogo as justiça deste (impuro) lhe dem e façaõ dar inteiro vigor e cumprimento para que tudo se cumpra como nele se acha declarado por asim ser a minha ultima vontade. E por verdade faço o prezente por mim feito e asinado. Villa de Cunha, 11 de Julho de 1853. Joaquim Gomes dos Santos Pinto.

Feliciana Joaquina de Castro was born in 1795/1800 in Cunha, São Paulo, Brasil. She married Joaquim Gomes dos Santos Pinto.

They had the following children:

  M i João Feliciano dos Santos Pinto was born about 1820 in Cunha, São Paulo, Brasil.

José Galvão de Siqueira França [Parents] was born in 1777 in Cunha, São Paulo, Brasil. He died in 1845 in Pico Agudo em Cunha, São Paulo, Brasil. He married Ana Celidônia Pinto dos Santos on 03 Jun 1802 in Igreja de NS da Conceição de Cunha.

Other marriages:
de Siqueira, Joaquina Zelinda

Casamento (L2 f 85v) # JOSÉ GALVÃO FREIRE, n. e bat. em Cunha, fº de Félix Gomes de Siqueira e de Ana Joaquina França, com ANA CELIDÔNIA, n. e bat. em Cunha, fª de Francisco Pinto dos Santos, f., e de Dona Teodora Maria de Siqueira. Tt.: Rev. Pedro José dos Reis e o Sargento Mor Inácio de Loyola Freire. Vigário Colado Antônio Galvão Freire – 3-JUN-1802.

Data 03-06-1802:td Local Igreja de NS da Conceição de Cunha Livro L3 f085v
Nubentes Alf. José Galvão Freire e Ana Celidônia, nts. de Cunha.
Pais do Noivo Félix Gomes de Siqueira (++) e Ana Joaquina França
Pais da Noiva Francisco Pinto dos Santos (++) e Teodora Maria de Siqueira
Testemunhas O Rev. Pedro José dos Reis e o Sgt.-mor Inácio de Loiola Freire Padre Antônio Galvão Freire
Nota Tinham impedimento de 3° de consanguinidade.

Foi oficial da Cia. de Mestre de Ordenanças da Vila de São Luiís do Paraitinga (Carta patente de 24.XI.1793). Em 1801 foi recenseado na 2 Cia. de Ordenanças da Vila de Cunha. Teve por ocupação a compra e venda de gado para o RJ. Posteriormente era negociante e lavrador no Bairro do Pico Agudo (Cunha) (Marcondes de Moura, Os Galvão de França, v1, 1972 pp 216). Recenseado em 1789, 1796, 1805 e 1825 (Maços de População, Arquivo do Estado de São Paulo, Cunha, 1789, pp 74; 1796, pp 64; 1801, pp 48, # 110; 1825, pp 84, # 63). Em 1801, já viúvo vivia com seu filho único José de dois anos, e declarou ser "agricultor \\ Vive com negocios de vender rezes para o Rio de Janeiro". Em 1830 declarou ser lavrador e criador de gados, com 200 alqueires de milho, 15 de feijão, 10 de arroz e 15 crias de gado. Declarou saber ler e escrever, podendo "ser empregado" (Maços de População, Arquivo do Estado de São Paulo, Cunha, 1835, pp 132, # 9).

Testou em Cunha (Cx. 27 1845).

Descende do Rei dos Reis Dario I da Pérsia, de Fernando I de Castela, Carlos Magno, Ramiro II das Asturias, de Addallah ibn Muhammed Sétimo Emir de Córdova, Hugo Capeto, William I o Conquistador da Inglaterra, Afonso Henriques e de João Gonçalves Zarco, descobridor da Ilha da Madeira.

Ana Celidônia Pinto dos Santos [Parents] was born in 1778 in Pedra Branca (Faz. do Jaboticabal) em Cunha, São Paulo, Brasil. She died in 1805/1806 in Cunha, São Paulo, Brasil. She married José Galvão de Siqueira França on 03 Jun 1802 in Igreja de NS da Conceição de Cunha.

Censo de 1789 (Maços de População, Arquivo do Estado de São Paulo, Cunha, 1789, pp , 73).

They had the following children:

  M i José Galvão de Siqueira

FÉLIX Gomes de Siqueira [Parents] was born in 1730 in Cunha, São Paulo, Brasil. He died on 21 Apr 1794 in Cunha, São Paulo, Brasil. He married ANA JOAQUINA Galvão de França on 31 Jul 1767 in Igreja de Santo Antonio de Guaratinguetá.

Other marriages:
da Silva, Joana Maria

Solicitou carta de sesmaria em São Luiz do Paraitinga, antendida em 14.IV.1775. Em 1776 foi nomeado alferes da Cia. de Ordenanças em Cunha. Teve uma propriedade no Pinhal (Cunha) e no Mato Dentro, ambos na região de Campos de Cunha, onde criava gado e tinha lavoura. Teria assassinado seu feitor Manoel Fernandes Vidal, mas foi inocentado. Ao falecer era um abastado lavrador no lugar de Santa Cruz do Mato Dentro, com 27 escravos. Foi juíz ordinário em Guaratinguetá (1780) e Cunha (Marcondes de Moura, Os Galvão de França, 1972, v1, pp 161, v2, pp 550; De Oliveira Veloso, A História de Cunha, 2010, pp 240). Foi recenseado em 1789 (Maços de População, Arquivo do Estado de São Paulo, Cunha, 1789, pp 74) onde declarou ter um "citio que colhe milho \\ alqueires 990 \\ feijão 80 \\ arroz \\ 6 \\ cavalos, e bestas 10 \\ e gado cabelar 100 \\ de ventre 50 \\ produsaõ 44 \\ porcos 30 \\ de ventre 15 \\ produsaõ 80 \\ moradas de cazas 1".

ANA JOAQUINA Galvão de França [Parents] was born in 1744 in Guaratinguetá, São Paulo, Brasil. She was christened on 09 Mar 1744 in Igreja de Santo Antonio de Guaratinguetá. She died on 25 May 1841 in Barra do Embaú em Cachoeira Paulista, São Paulo, Brasil. She married FÉLIX Gomes de Siqueira on 31 Jul 1767 in Igreja de Santo Antonio de Guaratinguetá.

Já viúva foi recenseada em Cunha (Maços de População, Arquivo do Estado de São Paulo, Cunha, 1796, pp 63), morando com seus filhos Isabel, Vitória e Manoel todos solteiros. Após a morte do marido, permaneceu vivendo em Cunha até 1801, mudando-se para Guaratinguetá, onde permaneceu até, pelo menos, 1815. Faleceu em Barra do Embaú (Cachoeira Paulista) na casa de sua filha Vitória. (Marcondes de Moura, Os Galvão de França, 1972, V1, pp 162).

Descende do Rei dos Reis Dario I da Pérsia, de Fernando I de Castela, Carlos Magno, Ramiro II das Asturias, de Addallah ibn Muhammed Sétimo Emir de Córdova, Hugo Capeto, William I o Conquistador da Inglaterra, Afonso Henriques.

Testamento (Cx 5660) # Em nome de Deos, amem - Eu ANNA GALVOA FRANÇA estando de saude e em meu perfeito juizo e entendimento que Deus nosso senhora me deu, temendo-me da morte, e desejando por minha alma no caminho da salvação ordeno o meu testamento e ultima vontade pela forma e maneira seguinte = Declaro que sou natural e baptizada na villa de Guaratinguetá filha legítima dos falecidos cappitam mor ANTONIO GALVAM DE FRANÇA e de dona IZABEL LEITE DE BARROS = Declaro que fui cazada a face da igreja com o alferes FELIX GOMES DE SIQUEIRA, já falecido, de cujo matrimonio tenhos os filho seguintes = ANNA GALVOA DE SIQUEIRA já falecida, sendo cazada duas vezes e de ambos matrimonios deixa filhos = Felis Jozé de Siqueira = Maria Onistarda = O alferes José Galvão de Siqueira = Izabel da Visitação, religioza do Convento da Senhora da Luz = Victoria Galvoa França cazada com Francisco Lescura Banher e Manoel Galvão de Siqueira, os quais sam meus filhos e legitimos herdeiros = Pesso em primeiro lugar ao meo filho Manoel Galvam de Siqueira, em segundo logar a meu genro Francisco Lescura Banher, que por servisso de Deos, e por me fazer merce queiram aceitar serem meos testamenteiros. Meo interro será feito a arbitrio de meos filhos e testamenteiros, no dia do meu falecimento ou no seguinte quero se digam por minha alma missas de corpo presente por todos os sacerdotes que se acharem. Meu testamenteiro mandará dizer duas capellas de missas a saber huma por minha alma, e outra pelas almas de meos pais, marido, filhos, e escravos, outro sim cinco missas ao anjo de minha guarda, cinco a Sancta Anna, cinco a Sancto Antonio, e cinco a Sam José = Declaro que tenho dado a meu filho Manoel Galvão de Siqueira hum escravo pardo de nome Pedro de que lhe passei hum papel pela quantia de cento e vinte mil reis; a qual quero e he minha vontade que saya o seu vallor da minha terça e sendo necessario por esta verba de novo comfirmo e ratifico. = Declaro que pelo desarranjo em que se achava a minha caza tratei com o dito meu filho Manoel Galvam para este a administrace vencendo annualmente de seo ordenado duas doblas por anno, o que elle aceitou e entrou na dita administraçam com dous escravos seus presistindo nella por espaço de doze annos que se acham findos, e todos seos sallarios lhe estou devendo, e pela pouca conveniencia que se fazia por isso de prezente tratei com o dicto de lhe dar duzentos mil reis no que elle conveio, cuja quantia será paga pelos meos bens sem a menor controversia =Declaro que dei ao meo genro Francisco Lescura Banher cazado com minha filha Victoria trez escrava mulatas a saber Felizarda em preço de doze doblas, Roza por oito doblas, com cujas quantias entrará para o inventário, e se lhe fará pagamento de sua legitimas, e Domiciana, por quatro doblas, a qual quero e he minha vontade que saia o seu valor de minha terça = Declaro que possuo varios bens assim moveis como de raiz os quais meos filho e genros sabe, e confio nelles os declararam no inventario com toda inteireza = Declaro que depois de conferidos meos legados na forma que tenho determinado, o remanescente de minha terça deixo a minha filha Izabel da Vizitação religioza do Convento da Luz dando esta cincoenta mil reis a sua irman Maria Onistrada. E por ser esta minha livre vontade digo livre e ultima vontade mandei escrever este meo testamento por Manoe José de França hindo por mim dictado, e a meo rogo o mesmo assigna, por eu nam saber escrever. Villa de Guaratinguita trinta de dezembro de mil oitocentos e dez oito = A rogo de dona ANNA GALVOA FRANÇA. Manoel José de França. (Marcondes Moura, Os Galvão de França 1973 V1: 244/5)

They had the following children:

  F i Mariana Galvão de França was born in 1768 in Cunha, São Paulo, Brasil.

Censo de 1789 (Maços de População, Arquivo do Estado de São Paulo, Cunha, 1789, pp 73).
  F ii Ana Galvão de Siqueira França
  M iii Félix José de Siqueira França was born in 1773 in Cunha, São Paulo, Brasil.

Censo de 1789 e 1796 (Maços de População, Arquivo do Estado de São Paulo, Cunha, 1789, pp 73; 1796, pp 64).
  F iv MARIA ESTUARDA Galvão de França
  M v José Galvão de Siqueira França
  F vi Isabel Galvão de Siqueira França was born on 25 Apr 1778 in Cunha, São Paulo, Brasil. She died in 1830 in Sorocaba, São Paulo, Brasil.

Foi recenseada em 1789 (Maços de População, Arquivo do Estado de São Paulo, Cunha, 1789, pp 73). Entrou para a Ordem das Concepcionistas no Convento da Luz em SP, sob o nome de Irmã Isabel da Visitação. Foi regente do recolhimento de Santa Clara (Sorocaba) a partir de 1811. Foi ela quem esculpiu a primeira imagem do Frei Galvão, e que possivelmente serviu de inspiração as demais iconografias de primeiro santo brasileiro. (Marcondes de Moura, Os Galvão de Franças, V1, 1972 pp 218)
  F vii Vitória Galvão de Siqueira França
  M viii Manoel Galvão de Siqueira França

José Vaz da Silva Reis [Parents] was born in 1778 in Cunha, São Paulo, Brasil. He married Maria Amaltide dos Santos on 03 Jun 1802 in Igreja Matriz de Cunha.

Censo de 1789 (Maços de População, Arquivo do Estado de São Paulo, Cunha, 1789, pp 31), em 1801 era alferes agregado a milicia de pé (Maços de População, Arquivo do Estado de São Paulo, Cunha, 1801, pp 80, # 7).

Data 03-06-1802 Local Igreja de NS da Conceição de Cunha Livro L3 f085v
Nubentes Alf. José Vaz da Silva e Maria Amatilde dos Santos, nts. de Cunha
Pais do Noivo José Vaz da Silva e Ana dos Reis (++)
Pais da Noiva Francisco Pinto dos Santos (++) e Teodora Maria de Siqueira
Testemunhas O Alf. Joaquim Gomes, casado, e o Rev. Inácio de Toledo. Padre Antônio Galvão Freire

Maria Amaltide dos Santos [Parents] was born in 1780 in Pedra Branca (Faz. do Jaboticabal) em Cunha, São Paulo, Brasil. She died before 1833 in Cunha, São Paulo, Brasil. She married José Vaz da Silva Reis on 03 Jun 1802 in Igreja Matriz de Cunha.

Censo de 1789 (Maços de População, Arquivo do Estado de São Paulo, Cunha, 1789, pp , 73).

They had the following children:

  F i Maria Vaz da Silva
  M ii José Vaz da Silva
  F iii Mariana Vaz da Silva
  F iv Teodóro Vaz da Silva was born in 1821 in Cunha, São Paulo, Brasil.

José Vaz da Silva [Parents] was born in 1743 in Cunha, São Paulo, Brasil. He died in 1822 in Cunha, São Paulo, Brasil. He married Ana da Silva dos Reis in 1776/1777 in Igreja Matriz de Cunha.

Foi Capitão-mór em Cunha e legou inventário (Museu Francisco Veloso Maço 15), foi sitiante no Bairro do Cumbe (Cunha) em 1791 (Marcondes de Moura, Os Galvão de França, v2, 1972, pp 595). Foi recenseado em 1789 (Maços de População, Arquivo do Estado de São Paulo, Cunha, 1789, pp 31).

Ana da Silva dos Reis [Parents] was born in 1755 in Cunha, São Paulo, Brasil. She died in 1789/1790 in Cunha, São Paulo, Brasil. She married José Vaz da Silva in 1776/1777 in Igreja Matriz de Cunha.

Tinha 17 anos em 1772 (Marcondes de Moura, Os Galvão de França, v2, 1972, pp 594)

They had the following children:

  M i José Vaz da Silva Reis
  M ii Antonio Vaz da Silva was born in 1780 in Cunha, São Paulo, Brasil.

Censo de 1789 (Maços de População, Arquivo do Estado de São Paulo, Cunha, 1789, pp 31), em 1801 era furriel de milicias de Parati (Maços de População, Arquivo do Estado de São Paulo, Cunha, 1801, pp 80, # 7).
  M iii Nuno da Silva Reis
  F iv Maria Gertrudes de Toledo
  M v Joaquim José Vaz da Silva was born in 1786 in Cunha, São Paulo, Brasil.

Censo de 1789 (Maços de População, Arquivo do Estado de São Paulo, Cunha, 1789, pp 31), aleijado (Maços de População, Arquivo do Estado de São Paulo, Cunha, 1801, pp 80, # 7).
  M vi Luís Vaz da Silva
  F vii Ana Vaz da Silva was born in 1789 in Cunha, São Paulo, Brasil.

Censo de 1798 (Maços de População, Arquivo do Estado de São Paulo, Cunha, 1798, pp 69).
  F viii Joaquina Vaz da Silva was born in 1789 in Cunha, São Paulo, Brasil.

Gêmea de Ana (Maços de População, Arquivo do Estado de São Paulo, Cunha, 1801, pp 80, # 7).

FÉLIX Gomes de Siqueira [Parents] was born in 1730 in Cunha, São Paulo, Brasil. He died on 21 Apr 1794 in Cunha, São Paulo, Brasil. He married Joana Maria da Silva.

Other marriages:
Galvão de França, ANA JOAQUINA

Solicitou carta de sesmaria em São Luiz do Paraitinga, antendida em 14.IV.1775. Em 1776 foi nomeado alferes da Cia. de Ordenanças em Cunha. Teve uma propriedade no Pinhal (Cunha) e no Mato Dentro, ambos na região de Campos de Cunha, onde criava gado e tinha lavoura. Teria assassinado seu feitor Manoel Fernandes Vidal, mas foi inocentado. Ao falecer era um abastado lavrador no lugar de Santa Cruz do Mato Dentro, com 27 escravos. Foi juíz ordinário em Guaratinguetá (1780) e Cunha (Marcondes de Moura, Os Galvão de França, 1972, v1, pp 161, v2, pp 550; De Oliveira Veloso, A História de Cunha, 2010, pp 240). Foi recenseado em 1789 (Maços de População, Arquivo do Estado de São Paulo, Cunha, 1789, pp 74) onde declarou ter um "citio que colhe milho \\ alqueires 990 \\ feijão 80 \\ arroz \\ 6 \\ cavalos, e bestas 10 \\ e gado cabelar 100 \\ de ventre 50 \\ produsaõ 44 \\ porcos 30 \\ de ventre 15 \\ produsaõ 80 \\ moradas de cazas 1".

Joana Maria da Silva [Parents] was born in 1740 in Cunha, São Paulo, Brasil. She was christened on 20 Aug 1740 in Igreja Matriz de Cunha. She died in 1763 in Cunha, São Paulo, Brasil. She married FÉLIX Gomes de Siqueira.

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