Uma Teia de Família


SEBASTIÃO Fernandes Correia was born about 1600 in Santa Eulália, Distrito de (...), Portugal. He died in São Paulo, São Paulo, Brasil. He married ANA Ribeiro de Alvarenga.

Foi o primeiro provedor e contador da fazenda real da capitania de São Vicente e São Paulo.

ANA Ribeiro de Alvarenga [Parents] was born in 1600/1605 in São Paulo, São Paulo, Brasil. She married SEBASTIÃO Fernandes Correia.

They had the following children:

  F i ANA Ribeiro

ANTONIO Pedroso de Barros [Parents] "assassinado" was born in 1610 in São Paulo, São Paulo, Brasil. He died in May 1652 in São Paulo, São Paulo, Brasil. He married MARIA Pires de Medeiros in 1639 in São Paulo.

Antonio Pedroso de Barros foi um bandeirante, que teve muitas fazendas na região conhecida como Caioçara, nos municípios de Jarinu e Atibaia. A sede de sua fazenda ficava na imediações da atual Estação do Campo Largo em Jarinu. Teve fazendas em Apoterebú, à margem do Rio Tiête e nos rios Guaré e Jaguari. Teve cerca de 500 índios adminstrados. Em 1637 tomou parte da bandeira de Francisco Bueno ao Rio Grande do Sul. Em 1641 tomou parte da bandeira que foi destroçada em Mbororé, à margem direito do Rio Uruguai. Por morte de sua esposa em 1651, achava-se em uma bandeira no sul do Brasil, onde aprisionou índios carijós e guaianá. Regressando a SP em maio do ano seguinte foi assassinado por seu cunhado Alberto Pires, que forjou uma situação de adultério para ocultar o assassinato bruta de sua esposa Leonor Camargo CAbral. Este drama deu origem à secular luta entre os Pires e os Camargos (Marcondes de Moura, Os Galvão de França, v2, 1972, pp 405).
O inventário não está completo, os cadernos descoseram-se, e restam apenas poucas folhas avulsas. SAESP vol. 15, fls. 467 a 474 Inventário 20-5-1651 Local: vila de São Paulo, em pousadas de Pedro da Silva. Juiz dos Órfãos: Antonio de Madureira Moraes. Escrivão dos Órfãos; Luiz de Andrade. Avaliadores: Francisco Sutil e Manuel Alvres de Sousa Inventariada: Maria Pires de Medeiros Declarante: Antonio Pires de Medeiros, irmão da defunta, visto não estar nesta vila o cabeça de casal Antonio --- seu cunhado.
Pedro, de idade de 7 anos; 2- Ignez, de idade de 5 anos; Luzia, de idade de 3 anos; Salvador, de idade de 1 ano. Todos pouco mais ou menos. Teve os seguintes filhos naturais: Sebastiana e Paulo com Maria pequena; Pascoal com a índia Vitorina e Ventura com a índia Iria.
Descende do Rei dos Reis Dario I da Pérsia, de Fernando I de Castela, Carlos Magno, Ramiro II das Asturias, de Addallah ibn Muhammed Sétimo Emir de Córdova, Hugo Capeto, William I o Conquistador da Inglaterra, Afonso Henriques.

MARIA Pires de Medeiros [Parents] was born in 1615/1620 in São Paulo, São Paulo, Brasil. She died in 1651 in São Paulo, São Paulo, Brasil. She married ANTONIO Pedroso de Barros in 1639 in São Paulo.

Faleceu quando o seu marido estava em uma bandeira (Marcondes de Moura, Os Galvão de França, v2, 1972, pp 405).

They had the following children:

  M i PEDRO Vaz Barros
  F ii Inês Pedroso de Barros was born in 1647 in São Paulo, São Paulo, Brasil.
  F iii Luzia Lemes de Barros was born in 1649 in São Paulo, São Paulo, Brasil.
  M iv Salvador Pedroso de Barros was born in 1651 in São Paulo, São Paulo, Brasil.

Francisco Dias Velho was born in 1620/1625 in São Vicente, São Paulo, Brasil. He died in 1692 in Florianópolis, Santa Catarina, Brasil. He married Maria Pires Fernandes in 1647 in São Paulo.

Citado em Da Silva Leme (Genealogia Paulista, V8, pp 25). Foi um importante bandeirante e fundador da atual Florianópolis em 1640. Na sua juventude participou de inumeras inscursões ao interior do Brasil ao lado de seu pai. Em 1640, quando encerrou-se a União Ibérica, Portugal passou a estimular o povoamento da costa sul do Brasil, afim de evitar uma ocupação espanhola. Em 1673, Francisco enviou o seu filho José Pires Monteiro com uma centenas de homens para erguar um povoado no melhor lugar que encontrassem em Santa Catarina. O melhor lugar foi na atual ilha de Florianópolis, sendo que dois anos depois para lá partiram Francisco com mulher três filhas e dois filhos, com outra família agregada, mais pradres jejuítas e 500 índios. Na ilha fundou o povoado de N. S. do Desterro. Em 1679 solicitou a posse da terra. Faleceu em sua vila, morto por piratas ingleses em 1692. Foi enterrado na capela que erguera.

Na narração de Pedro Taques (Nobiliarquia Paulistana, sd.) lemos o seguinte:

"Francisco Dias Velho foi o fundador e capitão-mor povoador da Ilha de Santa Catarina onde fez relevantes serviços à real coroa, porque em aumento dela conquistou os índios bravos daquele sertão, e fundou a vila em dita ilha, que ao presente tempo é governada por um coronel governador com soldo de dois contos de réis pela entidade e natureza desta praça.
Nesta ilha faleceu o dito capitão-mor povoador dentro da mesma igreja matriz, que a sua custa tinha feito construir de pedra e cal, e armar com altar maior e colaterais e imagens, quando os belgas, saltando naquela ilha para a roubarem, como fizeram, pondo fogo a tudo, se passaram para a igreja para executarem o sacrílego atentado contra as sagradas imagens, que o dito capitão-mor com a resolução católica e brioso animo quis defender com a espada e broquel, até perder a vida dentro do mesmo sagrado tempo, como mártir pela fé de Jesus Cristo em 1692.
Seu pai Francisco Dias se fez opulento de arcos, cujos índios conquistou com armas no sertão, e gostando desta guerra, tornou para a mesma conquista no sertão dos Patos e Rio de s. Francisco para o Sul, até o Rio Grande de S. Pedro. Faleceu em 1645 ... O capitão-mor Francisco Dias Velho, tendo acompanhado a seu pai na entrada que fez ao sertão dos gentios dos Patos, ficou-lhe herdando a disciplina e valor para conquistar gentios bravos do sertão da costa Sul. No ano de 1673 mandou a este mesmo sertão a seu f.º José Pires Monteiro com cento e tantos homens de sua administração com o intuito de fazer povoação onde melhor sítio descobrisse, e com efeito descobriu as excelentes terras da Ilha de Sta. Catarina o dito José Pires Monteiro, e logo nelas fez plantas.
Em 1675 foi em pessoa a esta sua povoação o capitão Francisco Dias Velho com novos gastos para se conseguir a dita povoação, onde esteve três anos e voltou no de 1679, em que todo o referido expôs no requerimento que então fez na vila de Santos ao governador da capitania, pedindo-lhe de sesmaria duas léguas de terra em quadra no distrito da ilha de Sta. Catarina, onde já tinha igreja de N. Senhora do Desterro, correndo costa brava, e mais meia légua de terras de uma alagoa, onde já tinha fazenda de culturas, e mais duas léguas de terra defronte do estreito ou terra firme onde também já tinha feito uma feitoria com uma légua de sertão e outra de testada nas cabeceiras onde chamam Cabeça de Bogio; e duas léguas em quadra começando do rio Araçatyva. Tudo se lhe concedeu por sesmaria em atenção ao grande serviço que fazia a Sua Majestade com a nova povoação e fundação das terras de Sta. Catarina. Registro no cartório da provedoria da fazenda real de S. Paulo.
Nesta ilha fez o capitão-mor povoador muitos serviços à real coroa, impedindo aos castelhanos não se estabelecerem nas terras da costa do Sul. Conquistou os índios que infeccionavam o sertão. Dentro da mesma ilha em 1687 entrou um patacho inglês de arribada, cujo capitão era Thomaz Frins e pirata; o capitão-mor Francisco Dias Velho foi a bordo, prendeu este capitão e os mais ingleses, e baldeou para a terra por inventário todo o cabedal que lhe achou, e os remeteu presos a sua custa à vila de Santos, onde se achava então de correição o dr. Ouvidor geral da repartição do Sul Thomé de Almeida e Oliveira. Procedeu este ministro a ato de perguntas com o capitão inglês por intermédio do intérprete Lourenço Pereira Veneziano, com a presença do procurador da coroa Diogo Ayres de Aguirre, a 26 de fevereiro de 1688.
Constou pela confissão do dito capitão inglês que da Inglaterra tinha saído em uma frota de navios pequenos para Panamá de Porto Belo com 900 homens, e andaram feito piratas em terras da coroa de Castela, sendo seu general Samolay, ao qual perdera de vista no porto de Calhau de Lima, e não descobrira mais, nem a outros navios da sua conduta de seis meses a que o procurara ; que na barra da ponta em altura de 5 graus tivera encontro com castelhanos que lhe mataram muitos homens, por cujo destroço os ingleses em vingança da rota lhes deram vários assaltos de pilhagem, até que em um assalto no lugar de Porto Santo ficaram destruídos os ingleses em altura de 9 graus da costa do Sul, ficando só ele capitão com 7 homens em o seu navio, e já falto de água, para cujo remédio e concerto de sua embarcação destroçada tinha tomado o porto de Sta. Catarina, onde fora preso pelo capitão-mor Francisco Dias Velho, o qual lhe havia mandado inventariar toda a fazenda que se achava em dito navio, que constava do mesmo inventário que havia remetido com ele capitão e seus companheiros. Este grande cabedal ficou à R. F. (Real Fazenda), devido ao zelo do capitão-mor Francisco Dias Velho, cujo prêmio foi a morte que lhe deram os hereges, quando em 1692 voltaram sobre a mesma ilha, armados de força de gente, e lhe tiraram a vida dentro do próprio templo, como temos referido. Na mesma ilha de Sta. Catarina prendeu um navio corsário que tinha roubado e saqueado a vila da Ilha Grande de Angra dos Reis, de cujo assalto tinham recolhido grosso cabedal, assim dos moradores como dos templos, tendo dantes feito estes piratas várias presas em embarcações da costa com grande cabedal, o que tudo assim melhor consta no cartório da provedoria de F. R. de S. Paulo, livro de registro n.º 4, tit. 1686, pág. 10."

Maria Pires Fernandes [Parents] was born in 1625/1630 in São Paulo, São Paulo, Brasil. She married Francisco Dias Velho in 1647 in São Paulo.

They had the following children:

  F i Custódia Gonçalves was born in 1648/1651 in São Paulo, São Paulo, Brasil.
  F ii Ana Ribeiro was born in 1649/1652 in São Paulo, São Paulo, Brasil.
  F iii Inês Monteiro was born in 1650/1653 in São Paulo, São Paulo, Brasil.
  M iv João Pires Monteiro was born in 1652/1655 in São Paulo, São Paulo, Brasil.
  F v Maria Pires was born in 1656/1659 in São Paulo, São Paulo, Brasil.
  M vi Bento Pires was born in 1658/1661 in São Paulo, São Paulo, Brasil.
  M vii José Pires Monteiro

DOMINGOS Rodrigues de Mesquita was born about 1625 in Torre de Moncorvo, Distrito de Bragança, Portugal. He married MARIA Dias in 1636 in Igreja da Sé de São Paulo.

MARIA Dias [Parents] was born in 1620/1623 in São Paulo, São Paulo, Brasil. She died in 1699 in São Paulo, São Paulo, Brasil. She married DOMINGOS Rodrigues de Mesquita in 1636 in Igreja da Sé de São Paulo.

Já era viúva, certamente ainda jovem, quando contraíu novas núpcias com Domingos Rodrigues (Marcondes de Moura, Os Galvão de França, v2, 1972, pp 404). Descende do Rei dos Reis Dario I da Pérsia, de Fernando I de Castela, Carlos Magno, Ramiro II das Asturias, de Addallah ibn Muhammed Sétimo Emir de Córdova, Hugo Capeto, William I o Conquistador da Inglaterra, Afonso Henriques.

They had the following children:

  F i MARIA Leite de Mesquita

PASCOAL Leite Furtado [Parents] was born in 1548/1553 in Vila do Porto, Ilha de Santa Maria dos Açores, Portugal. He died on 04 May 1614 in Sítio dos Pinheiros em São Paulo, São Paulo, Brasil. He married ISABEL Domingues Prado in 1577/1582 in Igreja da Sé de São Paulo.

Veio a serviço da coroa em 1599. Participou da bandeira de João Pereira de Sousa Botafogo, acompanhando-o para a vila de SP (1595). Em SP foi almotacel (1597) e vereador (1602). Acompanhou Francisco de Sousa em todas diligencias feitas no sertão e tomou parte na entradas de Botafogo ao rio Sapucaí (1596) e na de Nicolau Barreto (1602) ao Guairá. Testou em SP onde faleceu em sua fazenda às margens do Rio Pinheiros. A nobre ascendência de Pascoal Leite Furtado consta do brasão de armas passado em 1707 pelo rei de armas aos padres Gaspar de Andrade Cogumbreiro e Francisco de Andrade.teve descendentes (até a 4ª geração) em S. Paulo, capital, Santos, Santana do Parnaíba, Sorocaba, Piracicaba, Rio Claro, Pindamonhangaba, Guaratinguetá, Bragança, todos no Estado de S. Paulo e, inclusive no Rio Grande do Sul (Pedro Taques, Nobiliarquia Paulistana, V1 1926, pp 332; Da Silva Leme, Genealogia Paulistana, V3, pp 91 & Marcondes de Moura, Os Galvão de França, v2, 1972, pp 414).

ISABEL Domingues Prado [Parents] was born in 1560 in São Vicente, São Paulo, Brasil. She died in 1668 in São Paulo, São Paulo, Brasil. She married PASCOAL Leite Furtado in 1577/1582 in Igreja da Sé de São Paulo.

They had the following children:

  M i Pascoal Leite Furtado was born in 1580/1583 in São Paulo, São Paulo, Brasil. He died in 1651 in São Paulo, São Paulo, Brasil.
  M ii João Leite Furtado
  F iii Isabel do Prado was born in 1584/1587 in São Paulo, São Paulo, Brasil. She died in 1668 in São Paulo, São Paulo, Brasil.
  F iv MARIA Leite da Silva
  F v Úrsula Pedroso was born in 1587/1590 in São Paulo, São Paulo, Brasil.
  F vi POTÊNCIA Leite

SEBASTIÃO de Freitas [Parents] was born in 1570/1575 in Alagoa em Silves, Distrito do Faro (Algarve), Portugal. He died after 1628 in São Paulo, São Paulo, Brasil. He married MARIA Pedroso in 1592 in Igreja da Sé de São Paulo.

Importante personagem dos primeiros tempos da vila de São Paulo do Piratininga, era natural de Silves (Algarve), de onde saiu para o Brasil em 1591 e aqui se casou. Participou de várias expedições ao sertão brasileiro (1594 e 1595). Participou da expedição ao rio Guaira em 1628 (Da Silva Leme, Genealogia Paulistana, V6; pp 168, V2, pp 215; Ortman, Genealogia Guaratiguetaense, Anu. Genea. Latino, V4, 1952, pp 350).

MARIA Pedroso [Parents] was born in 1573/1576 in São Paulo, São Paulo, Brasil. She married SEBASTIÃO de Freitas in 1592 in Igreja da Sé de São Paulo.

They had the following children:

  F i Maria de Freitas
  F ii ANA Ribeiro de Alvarenga

PEDRO Vaz de Barros [Parents] was born in 1581 in Faro, Distrito de Faro (Algarve), Portugal. He died in 1644 in São Paulo, São Paulo, Brasil. He married LUZIA Leme in 1607 in São Paulo.

Other marriages:
Unknown

Foi um bandeirante nascido no Algarve. Desde pelo menos 1602 já era capitão-mór da Capitania de São Paulo. Em 1603.VIII.18 foi nomeado capitão-mór da Capitania de São Vicente, onde ficou até 1605, quando voltou a Portugal. Em 1611 já estava de volta ao Brasil, onde organizou um missão até a região do Guayrá (Paraguai) e onde saqueou a comunidade jesuítica de Paranambaré, capturando 500 índios, recuperados pelo espanho D. Antonio Añasco, que o atacou. Voltaria a aquela região em 1617 e 1623. Foi vereador (1619) e capitão da vila (1624) de São Paulo. Em 1614 e 1626 socorreu Santos dos ataques de corsários. Era proprietário da Fazenda do Rio Pequeno desde 1640.
"Pedro Vaz de Barros e seu irmão Antonio Pedroso de Barros foram pessoas de qualificada nobreza e vieram ao Brasil providos Antonio Pedroso de Barros em capitão-mor da capitania de S. Vicente e S. Paulo, e o irmão Pedro Vaz de Barros em ouvidor da mesma capitania, com cláusula que, falecendo Antonio Pedroso, fosse capitão-mor governador e também ouvidor o irmão Pedro Vaz, e falecendo este acumulasse Antonio Pedroso os dois cargos, como se vê da carta patente passada em Lisboa em 1605, pela qual tomou posse Antonio Pedroso na câmara de S. Vicente em 1607, que está registrada no arquivo da câmara de S. Paulo.
Porém, Pedro Vaz de Barros já tinha vindo a S. Paulo muito antes daquelas épocas, pois consta que era capitão-mor governador da dita capitania pelos anos de 1602 (Cart. da provedoria da fazenda real, e arquivo da câmara de S. Paulo). Neste arquivo da câmara de S. Paulo se vê que para se tomar um assento em câmara sobre a vinda de quatro soldados espanhóis de Vila Rica do Espirito Santo da província do Paraguai, foi neste ato presidente Pedro Vaz de Barros, como capitão-mor governador de S. Paulo. Caderno de vereanças tit. 1601.
No cartório do tabelião da vila de S. Vicente se acham uns autos de justificação de nobilitate probanda, titulo, o capitão Valentim de Barros, n.º 1643, e escrivão deles o tabelião Antonio Madeira Salvadores. E também os autos de justificação do capitão Fernão Paes de Barros, ano de 1678, escrivão deles o mesmo tabelião Salvadores. Destes dois autos consta que Pedro Vaz de Barros viera à capitania de S. Vicente em serviços da coroa, e que, voltando ao reino, tornara a mesma capitania, provido em capitão-mor governador dela. Que seu irmão Antonio Pedroso viera à vila de S. Vicente, onde chegara com o tratamento de homem nobre, trazendo criados brancos que o serviam, e casara na dita vila com uma f.ª de Jeronimo Leitão que tinha sido capitão-mor governador da capitania de S. Vicente, em cuja vila ficara sendo morador dito Antonio Pedroso de Barros. Deste matrimonio há descendência na vila de S. Vicente, conhecida nos Pedrosos Barros dela.
Estes dois irmãos Antonio Pedroso e Pedro Vaz (pelos autos referidos) eram naturais do reino do Algarve, de onde passaram a ser moradores de Lisboa. Nesta corte tiveram um primo direito, que foi o licenciado Antonio de Barros, presbítero secular e capelão que foi de el-rei. Este Padre Antonio de Barros teve duas irmãs: Helena de Mendonça e Maria de Mendonça, que foram casadas com pessoas cavalheiras; elas fundaram na vila de Almada o convento de N. Senhora da Piedade, onde se recolheram ditas fundadoras, que também foram irmãs de Jeronimo Lobo e de Antonio Lobo, que, seguindo o real serviço na milícia, foram ambos despachados para a Índia. Destes mesmos foi irmão frei José de Jesus Maria, religioso da Cartuxa, como consta dos referidos autos, de que se deu instrumento a Fernão Paes de Barros que foram registrados em 1762 na câmara de S. Paulo."
O capitão-mor governador Pedro Vaz de Barros faleceu com testamento em 1644.
Também chamado Vazguaçu! Conforme Livro Névoas do Tempo de Altair Galvão. "Herdeiro de grande fortuna, sua fazenda do Cutaúna era como uma vila, pelo grande número de casas, bem arruadas, capela, onde se oficiavam os sacramentos, por compor aquela fazenda mais de seiscentas almas. Como sertanista encontramo-lo em 1667, seguindo na vanguarda de Lourenço Castanho Taques, o Velho, cujo grosso da bandeira partiu em princípios de 1668 para o sertão dos índios cataguases, à procura de ouro e de onde regressou em 1670. Atendeu a um apelo do Governo-geral do Brasil para uma expedição ao Recôncavo baiano, no sentido de combater os índios bravos que o assolavam, entrando com considerável auxílio e indo pessoalmente na mesma, cujo comando foi confiado aos experimentados sertanistas Estevão Ribeiro Baião Parente, Brás Rodrigues de Arzão e João Amaro Maciel Parente, de 1671 a 1674. Em 1695/1696 foi dos primeiros a descobrir ricos aluviões aurinos no Ribeirão do Carmo, no Tripuí e nas proximidades do Furquim. Seu inventário em 1697 revela que ainda tinha grande quantidade de ouro em pó. Deixou ainda os bens: casas defronte da Misericórdia e chãos." Conforme prólogo do Livro Descendentes do Tenente Fernando Paes de Barros, escrito por Frederico de Barros Brotero: " Foi abastado lavrador, proprietário da célebre fazenda de Quitaúna" (Pedro Taques, tto Pedrosos Barros, pp 442)

LUZIA Leme [Parents] was born in 1585/1590 in São Vicente, São Paulo, Brasil. She died in 1655 in São Paulo, São Paulo, Brasil. She married PEDRO Vaz de Barros in 1607 in São Paulo.

Descende do Rei dos Reis Dario I da Pérsia, de Fernando I de Castela, Carlos Magno, Ramiro II das Asturias, de Addallah ibn Muhammed Sétimo Emir de Córdova, Hugo Capeto, William I o Conquistador da Inglaterra, Afonso Henriques.

They had the following children:

  M i Valentim de Barros was born in 1608 in São Paulo, São Paulo, Brasil. He died in 1651 in São Paulo, São Paulo, Brasil.
  F ii Lucrécia Pedroso de Barros was born in 1609 in São Paulo, São Paulo, Brasil. She died in 1648 in São Paulo, São Paulo, Brasil.
  M iii ANTONIO Pedroso de Barros
  M iv Luís Pedroso de Barros was born in 1612/1615 in São Paulo, São Paulo, Brasil. He died in 1662 in Peru.
  M v Pedro Vaz de Barros was born in 1614/1617 in São Paulo, São Paulo, Brasil. He died in 1676 in São Paulo, São Paulo, Brasil.
  M vi Fernão Pais de Barros was born in 1620/1623 in São Paulo, São Paulo, Brasil. He died in 1709 in São Paulo, São Paulo, Brasil.
  M vii Sebastião Pais de Barros was born in 1625/1628 in São Paulo, São Paulo, Brasil. He died on 22 Mar 1674 in São Paulo, São Paulo, Brasil.
  M viii Jerônimo Pedroso was born in 1628/1632. He died in 1695 in São Paulo, São Paulo, Brasil.

SALVADOR Pires de Medeiros [Parents] was born about 1585 in São Paulo, São Paulo, Brasil. He married INÊS Monteiro de Alvarenga about 1615 in São Paulo.

Foi capitão e descendente de Pequeroby, irmão do Cacique Tibiriçá. Estabelecido na serra ou sitio do Ajuhá, onde teve uma fazenda de grandes culturas e uma grande vinha. Fundou a capela da gloriosa mártir Santa Inês cuja devoção tomou por ter este nome sua mulher (Da Silva Leme, Genealogia Paulistana, V2, pp 123).

INÊS Monteiro de Alvarenga [Parents] was born in 1585/1590 in São Paulo, São Paulo, Brasil. She married SALVADOR Pires de Medeiros about 1615 in São Paulo.

They had the following children:

  F i MARIA Pires de Medeiros
  F ii Maria Pires Fernandes

PEDRO Dias Pais Leme [Parents] was born in 1582/1587 in São Vicente, São Paulo, Brasil. He died on 16 Jul 1633 in São Paulo, São Paulo, Brasil. He was buried on 17 Jul 1633 in Capela mór da Igreja do Carmo. He married MARIA Leite da Silva in 1605/1610.

Foi bandeirante que realizou pelo sertão do Sudeste. Também foi capitão da milícia da vila de S Paulo. Foi sepultado na Capela-mór da Igreja do Carmo em SP, em jazigo próprio (Marcondes de Moura, Os Galvão de França, v2, 1973, pp 404).

Descende do Rei dos Reis Dario I da Pérsia, de Fernando I de Castela, Carlos Magno, Ramiro II das Asturias, de Addallah ibn Muhammed Sétimo Emir de Córdova, Hugo Capeto, William I o Conquistador da Inglaterra, Afonso Henriques.

MARIA Leite da Silva [Parents] was born in 1585/1588 in São Paulo, São Paulo, Brasil. She died on 13 May 1667 in São Paulo, São Paulo, Brasil. She was buried on 13 May 1667 in Capela mór da Igreja do Carmo. She married PEDRO Dias Pais Leme in 1605/1610.

Descende de Ramiro II Rei de Leão e de Addallah ibn Muhammed Sétimo Emir de Córdova.

They had the following children:

  M i Fernão Dias Pais Leme was born in 1607/1610 in São Paulo, São Paulo, Brasil. He died in 1681 in sertões do Espírito Santo, Brasil. The cause of death was febre.

Famoso bandeirante, conhecido como O Caçador de Esmeraldas. Faleceu no sertão de Minas Gerais durante em uma de suas muitas entradas pelo interior do Brasil.
  M ii Pascoal Leite Pais was born in 1608/1611 in São Paulo, São Paulo, Brasil. He died in 1674 in Santana do Parnaíba, São Paulo, Brasil.
  F iii Isabel Pais da Silva was born in 1615/1618 in São Paulo, São Paulo, Brasil. She died in 1666 in São Paulo, São Paulo, Brasil.
  M iv Pedro Dias Leite was born in 1619/1621 in São Paulo, São Paulo, Brasil. He died in 1658 in São Paulo, São Paulo, Brasil.
  F v MARIA Dias
  F vi Sebastiana Leite da Silva was born in 1622/1625 in São Paulo, São Paulo, Brasil. She died on 14 Oct 1670 in São Paulo, São Paulo, Brasil.
  F vii Potência Leite was born in 1624/1627 in São Paulo, São Paulo, Brasil.
  F viii João Leite da Silva was born in 1625/1628 in São Paulo, São Paulo, Brasil.
  F ix Verônica Dias Leite

GONÇALO Martins Leite [Parents] was born about 1540 in Ilha de Santa Maria dos Açores, Portugal. He married MARIA da Silva.

(Silva Leme, III, p. 91)

MARIA da Silva was born about 1540 in Ilha de Santa Maria dos Açores, Portugal. She married GONÇALO Martins Leite.

They had the following children:

  M i PASCOAL Leite Furtado

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