Uma Teia de Famílias


RODRIGO Álvares de Carvalho [Parents] was born in 1425/1430 in Castelo de Celórico de Basto, Distrito de Braga, Portugal. He died in 1495 in Castelo de Celórico de Basto, Distrito de Braga, Portugal. He married BRANCA Afonso Dinis on 3 Feb 1446 in Celórico de Basto.

Foi Cavaleiro Fidalgo da Casa Real. Descende de Carlos Magno, de Fernando I de Castela e Leão, de Ramiro I de Leão e de Addallah ibn Muhammed Sétimo Emir de Córdova.

BRANCA Afonso Dinis [Parents] was born in 1421/1426 in Porto, Distrito do Porto, Portugal. She died after 1511 in Castelo de Celórico de Basto, Braga, Portugal. She married RODRIGO Álvares de Carvalho on 3 Feb 1446 in Celórico de Basto.

They had the following children:

  M i Fernão de Carvalho da Cunha
  M ii João Rodrigues de Carvalho
  M iii PAIO Rodrigues de Carvalho
  F iv Isabel da Cunha
  F v Guiomar da Cunha
  F vi Maria Álvares de Carvalho was born in 1465/1469 in Castelo de Celórico de Basto, Braga, Portugal.
  M vii Rodrigo Álvares de Carvalho was born in 1468/1471 in Castelo de Celórico de Basto, Braga, Portugal.
  M viii Álvaro Soares de Carvalho

LOPO Vaz Delgado [Parents] was born about 1420 in Arruda dos Vinhos em Lisboa, Distrito de Lisboa, Portugal. He died after 1470 in Campanário, Ilha da Madeira, Portugal. He married CATARINA de Barros.

Foi comendador da Messejana e irmão de Pedro Delgado (De Noronha, H. H., Nobiliario da Ilha da Madeira (1700) in BGL, 1947, tto Barros).

Por Helena ancestral de MBR e por Isabel de WRP.

CATARINA de Barros [Parents] was born about 1430 in Ribeira dos Melões no Campanário, Ilha da Madeira, Portugal. She died after 1470 in Campanário, Ilha da Madeira, Portugal. She married LOPO Vaz Delgado.

Foi herdeira de seu pai (De Noronha, H. H., Nobiliario da Ilha da Madeira (1700) in BGL, 1947, tto Barros).

They had the following children:

  M i Nicolau Delgado de Barros was born in 1455/1460 in Campanário, Ilha da Madeira, Portugal.

S.g. (De Noronha, H. H., Nobiliario da Ilha da Madeira (1700) in BGL, 1947, tto Barros).
  F ii ISABEL de Barros
  F iii Aldonça de Barros
  F iv HELENA Lopes de Barros

AFONSO Dinis was born about 1390 in Porto, Distrito do Porto, Portugal. He married MARIA Afonso.

Foi Conego do Porto. Fim de Linha.

MARIA Afonso was born about 1390 in Porto, Distrito do Porto, Portugal. She married AFONSO Dinis.

Fim de Linha.

They had the following children:

  F i BRANCA Afonso Dinis

ÁLVARO Rodrigues de Carvalho [Parents] was born in 1365/1370 in Celórico de Basto, Distrito de Braga, Portugal. He died after 1430 in Celórico de Basto, Distrito de Braga, Portugal. He married MÉCIA Vaz Cunha in 1400/1405 in Celórico de Basto.

Foi Senhor do Couto do Carvalho e do Padroado de São Miguel do Carvalho, que fica junto ao castelo de Celorico de Basto, vassalo do Rei d. João I (r1385,+1433), que lhe fez a mercê de lhe dar o título de Senhor da Quinta de Queirames e das Cinco Fogueiras da Ribeira (Vale de Bouro, Celorico de Basto), por carta de 26.VIII.1387. (Menezes Vaz, 1964).

Descende de Carlos Magno, de Fernando I de Leão e Castela, de Ramiro II de Leão e de Addallah ibn Muhammed Sétimo Emir de Córdova

MÉCIA Vaz Cunha [Parents] was born in 1380/1385 in Tábua, Distrito de Coimbra, Portugal. She died after 1430 in Celórico de Basto, Distrito de Braga, Portugal. She married ÁLVARO Rodrigues de Carvalho in 1400/1405 in Celórico de Basto.

Descende de Carlos Magno, de Fernando I de Castela e Leão, de Ramiro II de Leão e de Addallah ibn Muhammed Sétimo Emir de Córdova.

They had the following children:

  M i Pedro Álvares de Carvalho
  F ii Isabel de Carvalho
  F iii Leonor Rodrigues da Cunha
  M iv Henrique Carvalho was born in 1415/1420 in Castelo de Celórico de Basto, Distrito de Braga, Portugal.
  M v RODRIGO Álvares de Carvalho

Álvaro Soares de Carvalho [Parents] was born on 22 Nov 1473 in Bertoldo em Celórico de Basto, Braga, Portugal. He died in Funchal, Ilha Madeira, Portugal.

He had the following children:

  F i Isabel da Cunha

FERNÃO Chamorro was born about 1460 in Portugal. He died after 1518 in Portugal.

Documentos relacionados ao Escudeiro Fernam Chamorro, que não necessariamente podem se tratar da mesma pessoa. Em especial o primeiro:

Extrato do Livro : Documentos Inéditos de Marrocos - Chacelaria de D. Joam II, 1943 :

(...) jazia presa na prisam da dita villa, por se dizer comtra ella que era alcoveteyra e feiticeira; e que, jazendo assy presa, diz que era isso meesmo presa húa Leanor Fernamdez, molher de húu Fernam Chamorro, por lhe ser posto que fôra culpada da morte de huu Pero Gonçallvez, que em a dita villa foy morto, que seu matou e huu seu filho; e que, estando ell huu serãao em usa casa, diz que chegara a elle João Fernandez, filho da dita Liaonor Fernandez, presa, e lhe dissera como tynha hordenado de aquele noyte tira da cadea a dita Lianor Fernandez, sua madre, e que tyna pera ello jente, (...)

Em 1509, partiu para o Oriente como capitão da armada de D. Fernando Coutinho. Este capitão estrangeiro capitaneava um navio armado em parceria com Fernão Chamorro.

Da Dissertação de mestrado Uma Família de Cristãos-novos de Entre-douro e Minho: os Paz por Carlos Manuel Valentim , 2007 pg. 76: Referencia a uma viagem feita em 1509 e retornou a 13 Junho de 1511 (?):

O financiamento privado também foi permitido a capitalistas portugueses. Fernando de Noronha, um cristão-novo, detinha direitos na nau “S. Cristovão”, em sociedade com Duarte Correia, Afonso Caldeira, Afonso Jorge, Luís da Maya; Gonçalo Rodrigues Correia investia na “S. Rafael”; Rui de Brito e Fernão Chamorro na nau “Madalena".

Fernam Chamorro, mercador, Lisboa 1517-1518

Substitui a Pero de Viana, no ofício de Escudeiro, Fernão Chamorro, que ao mesmo renunciou, segundo um público instrumento feito por si a 3 de Março de 1511. Pagou de dízimo 3.500 reais. El-rei o mandou pelo doutor Rui Boto, do seu conselho e chanceler-mor do reino. António Gomes a fez.

Tomada de Ceuta em 22 de Agosto de 1515 e participação de Fernão Chamorro

Trecho do Livro : Historia geral de Portugal e suas conquistas, V6, por Damião Antonio de Lemos Faria e Castro, 1787.

Em todas as partes durava o combate; e o Infante D. Henrique, como se quízesiè para si só toda a gloria da tomada de Ceuta, ainda naõ satisfeito com tantas victorias na duraçaõ longa de hum combate, marchava sobre o Castello, quando foi atacado por hum grande corpo de Mouros , que pareciaõ renascer das suas mesmas ruinas. Elie os foi levando com dezasete soldados, que o seguiaõ, por huma rua estreita, aonde lhe deitaraõ aos pés o seu Escudeiro, FERNAÕ CHAMORRO; e porque o suppôz morto, depois de duas horas de peleija, a renovou com tal ardor, que os metteo pela porta da Villa, toda murada, e defendida de muitos inimigos, entre os quaes entrou elle só com quatro companheiros, que foraõ os valerosos Alvaro Fernandes Mascarenhas, Vasco Esteves Godinho, Gomes Dias de Goes, e Fernando Alvares, homens pela sua fidelidade dignos de ficarem os seus nomes gravados nos bronzes imortaes.

Já todos suppunhaõ morto ao ínfante, que naõ apparecia; e desejoso seu pai de o averiguar, se offereceo a este arriscado empenho o animoso Vasco Fernandes de Ataíde, que de.mandando a porta, por onde o Infante entrara huma grande pedra despedida; do alto, lhe tirou a vida, que respira eternidades de fama. Com igual valor, e melhor successo logrou este intento Garcia Moniz, criado do mesmo Infante, que lhe estranhou respeitoso o excesso, com que se arriscava, e o obrigou a retroceder com perigo naõ menor na retirada, que na peleija. Ao mesmo tempo recebeo aviso do Infante D. Duarte, para que lhe fosse fallar na Mesquita maior, aonde o esperava com o Infante D. Pedro. Quando elle queria obedecer a este recado, soube que a gente deste ultimo Infante sustentava outro ataque contra innumeraveis Mouros, e voltando sobre elles, disse ao messageiro, que da sua parte dissesse a seus irmãos, que dia semelhante naõ era para se perder. A toda a pressa veio outra ordem, para que deixasse a refrega , e se recolhesse á Mesquita, como fez com o gosto de encontrar vivo a FERNAÕ CHAMORRO. Naõ he explicavel o alvoroqo, com que os Infantes veceberaõ nos braços ao heroico irmaõ, e pouco depois seu pai, que largo espaço se esteve revendo neste duas vezes filho da sua natureza, e disciplina.

Trecho do Livro : Vida do infante d. Henrique, Livro I, por Candido Lusitano.

Pag. 67-68

Determina o Infante D. Henrique assalta o castello

Naõ enchia o coraçao do Infante D- Henrique a gloria, que naquelle dia ganhara o seu braço; olhava para o Castello da Cidade, e lá parava a satisfaçao de seus desejos. Resoluto correo a buscar nelle a coroa da victoria; mas vendo no caminho, que alguns dos nossos se vinhaõ retirando dos Mouros, naõ podendo resistir ao pezo das armas, com que os opprimia a multidao, lançou-se aos Barbaros com tanta violencia, que os fez dar costas; e carregando-os entaõ com mais impeto, os foy levando até a Aduana, lugar onde se recolhiaõ as fazendas, que serviaõ ao negocio. Aqui com leve arajem assoprou aos inimigos a fortuna; porque soccorridos de muitos, que voaraõ a defender o precioso lugar, nos fizeraõ rosto, e nos forçaraõ a huma retirada pouco briosa. Vio-a o Infante (que embaraçado com outro tropel de Mouros ficara mais atraz) e tornando a ajudallos, fez retroceder a irnmensa multidaõ, depois de porfiada resistencia.
Aqui já os nossos eraõ menos, e digamos embora, que desappareceraõ alguns por fraqueza; porque serve a verdade à gloria do valeross o Principe. Vio-se o Infante só com dezassete companheiros; e enfurecido com a vil acçaõ, chamou ao braço todos os espíritos, e cerrando-se com os Mouros, os foy levando até aos muros do Castello, vencendo terra sempre regada de sangue inimigo. Como o lugar era favoravel aos contrarios, sahiraõ logo muitos da Fortaleza a soccorrellos. Aqui se accendeo mais forte combate , porque o soccorro era de soldados de provada disciplina, e esforço. Conhecerao os nossos nas novas armas novo vigor de opposiçaõ. Quasi que naõ perdiaõ golpe, e hum que aproveitaraõ na cabeça de FERNAÕ CHAMORRO. Escudeiro do Infante, fez com que logo qum cahisse em terra, sem uso dos sentidos. Julgaraõ-no morto, e pozeraõ toda a força por se fazerem senhores do corpo, creyo que para alegrarem seu Governador com espectaculo taõ grato. Porém o esforço do Infante zombou do empenho; posto diante do corpo naõ só valerosamente o defendeo, mas por sim obrigou aos Mouros, que por vezes se revezaraõ, a buscar as portas de huma Villa pegada com o Castello, junto à porta de Fez.

Pag. 72-73

Parte logo o infante a socorrer os seus irmaos na toma de outra porta da villa

Ouvio a noticia, e como se naquele dia naõ houvera desembainhado a espada, infatigavel, e resoluto partio para o lugar do conflicto. Festejaraõ sua vinda, como hum soccorro de muitas lanças, sabendo já por experiencia, que o Ceo liberalmente abençoara as armas deste Principe. Na força do combate, em que os Inimigos defendiaõ a porta com obstinado esforço, repetia o Infante D. Duarte os recados chamando-o à Mesquita, e respondendo-lhe, que hum dia taõ propicio para a tomada do Castello , naõ era bem perdello, instaraõ os avisos de modo, que seu animo apertado da violencia, cedeo em fim à vontade alheya. Retirou-se, mas de maneira, que naõ ficasse com dezar a reputaçao de humas armas até alli triunfantes. Naõ feria encarecido, quem dissesse, que a retirada igualara a huma victoria, se naõ na utilidade, certamente nas leys da guerra, e ainda nas do valor, mostrando
do o Infante aos Inimigos em diversos encontros, que taõ pezado lhes era' ao retirarse, como ao vencellos. No caminho teve cousa, que lhe adoçasse o dissabor de voltar sem triunfo, e foy ver o seu Escudeiro FERNAÕ CHAMORRO, de quem já fallámos, naõ só vivo, mas levantado, posto que ferido no rosto. Causou-lhe summa alegria ver espectaculo, que lhe parecia resurreiçaõ; e agora dava por mais bem empregada toda a força, com que o defendera, para que a vaidade dos Mouros naõ podesse contar nelle hum prizioneiro.'

He had the following children:

  M i PEDRO Chamorro

Fernão de Carvalho da Cunha [Parents] was born in 1447/1448 in Bertoldo em Celórico de Basto, Braga, Portugal. He married Brites da Cunha.

Cavaleiro Fidalgo da Casa Real E Senhor da Honra de Carvalho. Descende de Carlos Magno, de Fernando I de Castela e Leão, de Ramiro I de Leão e de Addallah ibn Muhammed Sétimo Emir de Córdova.

Brites da Cunha [Parents] died in Celórico de Basto, Braga, Portugal. She married Fernão de Carvalho da Cunha.


Sr. da Quinta do Pombal Nuno Álvares Porto Carreiro died in Portugal. He married Maria da Cunha.

Maria da Cunha died in Portugal. She married Sr. da Quinta do Pombal Nuno Álvares Porto Carreiro.

They had the following children:

  F i Brites da Cunha

Álvaro Dinis was born about 1465 in (...), Portugal. He married Isabel da Cunha.

Isabel da Cunha [Parents] was born in 1461/1465 in Bertoldo em Celórico de Basto, Braga, Portugal. She married Álvaro Dinis.


Diogo Barbosa was born about 1465 in (...), Portugal. He married Guiomar da Cunha.

Guiomar da Cunha [Parents] was born in 1463/1467 in Bertoldo em Celórico de Basto, Braga, Portugal. She married Diogo Barbosa.

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