Uma Teia de Família


PEDRO Vaz de Barros [Parents] was born in 1581 in Faro, Distrito de Faro (Algarve), Portugal. He died in 1644 in São Paulo, São Paulo, Brasil.

Other marriages:
Leme, LUZIA

Foi um bandeirante nascido no Algarve. Desde pelo menos 1602 já era capitão-mór da Capitania de São Paulo. Em 1603.VIII.18 foi nomeado capitão-mór da Capitania de São Vicente, onde ficou até 1605, quando voltou a Portugal. Em 1611 já estava de volta ao Brasil, onde organizou um missão até a região do Guayrá (Paraguai) e onde saqueou a comunidade jesuítica de Paranambaré, capturando 500 índios, recuperados pelo espanho D. Antonio Añasco, que o atacou. Voltaria a aquela região em 1617 e 1623. Foi vereador (1619) e capitão da vila (1624) de São Paulo. Em 1614 e 1626 socorreu Santos dos ataques de corsários. Era proprietário da Fazenda do Rio Pequeno desde 1640.
"Pedro Vaz de Barros e seu irmão Antonio Pedroso de Barros foram pessoas de qualificada nobreza e vieram ao Brasil providos Antonio Pedroso de Barros em capitão-mor da capitania de S. Vicente e S. Paulo, e o irmão Pedro Vaz de Barros em ouvidor da mesma capitania, com cláusula que, falecendo Antonio Pedroso, fosse capitão-mor governador e também ouvidor o irmão Pedro Vaz, e falecendo este acumulasse Antonio Pedroso os dois cargos, como se vê da carta patente passada em Lisboa em 1605, pela qual tomou posse Antonio Pedroso na câmara de S. Vicente em 1607, que está registrada no arquivo da câmara de S. Paulo.
Porém, Pedro Vaz de Barros já tinha vindo a S. Paulo muito antes daquelas épocas, pois consta que era capitão-mor governador da dita capitania pelos anos de 1602 (Cart. da provedoria da fazenda real, e arquivo da câmara de S. Paulo). Neste arquivo da câmara de S. Paulo se vê que para se tomar um assento em câmara sobre a vinda de quatro soldados espanhóis de Vila Rica do Espirito Santo da província do Paraguai, foi neste ato presidente Pedro Vaz de Barros, como capitão-mor governador de S. Paulo. Caderno de vereanças tit. 1601.
No cartório do tabelião da vila de S. Vicente se acham uns autos de justificação de nobilitate probanda, titulo, o capitão Valentim de Barros, n.º 1643, e escrivão deles o tabelião Antonio Madeira Salvadores. E também os autos de justificação do capitão Fernão Paes de Barros, ano de 1678, escrivão deles o mesmo tabelião Salvadores. Destes dois autos consta que Pedro Vaz de Barros viera à capitania de S. Vicente em serviços da coroa, e que, voltando ao reino, tornara a mesma capitania, provido em capitão-mor governador dela. Que seu irmão Antonio Pedroso viera à vila de S. Vicente, onde chegara com o tratamento de homem nobre, trazendo criados brancos que o serviam, e casara na dita vila com uma f.ª de Jeronimo Leitão que tinha sido capitão-mor governador da capitania de S. Vicente, em cuja vila ficara sendo morador dito Antonio Pedroso de Barros. Deste matrimonio há descendência na vila de S. Vicente, conhecida nos Pedrosos Barros dela.
Estes dois irmãos Antonio Pedroso e Pedro Vaz (pelos autos referidos) eram naturais do reino do Algarve, de onde passaram a ser moradores de Lisboa. Nesta corte tiveram um primo direito, que foi o licenciado Antonio de Barros, presbítero secular e capelão que foi de el-rei. Este Padre Antonio de Barros teve duas irmãs: Helena de Mendonça e Maria de Mendonça, que foram casadas com pessoas cavalheiras; elas fundaram na vila de Almada o convento de N. Senhora da Piedade, onde se recolheram ditas fundadoras, que também foram irmãs de Jeronimo Lobo e de Antonio Lobo, que, seguindo o real serviço na milícia, foram ambos despachados para a Índia. Destes mesmos foi irmão frei José de Jesus Maria, religioso da Cartuxa, como consta dos referidos autos, de que se deu instrumento a Fernão Paes de Barros que foram registrados em 1762 na câmara de S. Paulo."
O capitão-mor governador Pedro Vaz de Barros faleceu com testamento em 1644.
Também chamado Vazguaçu! Conforme Livro Névoas do Tempo de Altair Galvão. "Herdeiro de grande fortuna, sua fazenda do Cutaúna era como uma vila, pelo grande número de casas, bem arruadas, capela, onde se oficiavam os sacramentos, por compor aquela fazenda mais de seiscentas almas. Como sertanista encontramo-lo em 1667, seguindo na vanguarda de Lourenço Castanho Taques, o Velho, cujo grosso da bandeira partiu em princípios de 1668 para o sertão dos índios cataguases, à procura de ouro e de onde regressou em 1670. Atendeu a um apelo do Governo-geral do Brasil para uma expedição ao Recôncavo baiano, no sentido de combater os índios bravos que o assolavam, entrando com considerável auxílio e indo pessoalmente na mesma, cujo comando foi confiado aos experimentados sertanistas Estevão Ribeiro Baião Parente, Brás Rodrigues de Arzão e João Amaro Maciel Parente, de 1671 a 1674. Em 1695/1696 foi dos primeiros a descobrir ricos aluviões aurinos no Ribeirão do Carmo, no Tripuí e nas proximidades do Furquim. Seu inventário em 1697 revela que ainda tinha grande quantidade de ouro em pó. Deixou ainda os bens: casas defronte da Misericórdia e chãos." Conforme prólogo do Livro Descendentes do Tenente Fernando Paes de Barros, escrito por Frederico de Barros Brotero: " Foi abastado lavrador, proprietário da célebre fazenda de Quitaúna" (Pedro Taques, tto Pedrosos Barros, pp 442)

He had the following children:

  F i Felipa Leme

Domingos do Prado [Parents] was born in 1590/1595 in São Paulo, São Paulo, Brasil. He married Felipa Leme in 1616 in Igreja da Sé de São Paulo.

Filho que João do Prado teve com uma índia. Casou-se com a filha bastarda de outro bandeirante e tiveram cinco filhos (Pedro Taques, Nobiliarquia Paulistana, V1 1926, pp 332)

Felipa Leme [Parents] was born in 1595/1600 in São Paulo, São Paulo, Brasil. She died on 20 Nov 1626 in São Paulo, São Paulo, Brasil. She married Domingos do Prado in 1616 in Igreja da Sé de São Paulo.

Filha bastarda de Pedro Vaz de Barros. Testou em SP em 20 de Novembro de 1636 (Pedro Taques, Nobiliarquia Paulistana, V1 1926, pp 332)


Domingos Martins was born about 1555 in (...), Portugal. He died after 1618 in Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brasil.

Foi almotacel em SP em 1597, procurador do conselho (1602 e 1616). Mudou-se para o RJ em 1618 (Rev. do Arq. Mun., XXV, pp 68 apud Ortman, Genealogia Guaratiguetaense, Anu. Genea. Latino, V4, 1952, pp 347, 351; Marcondes de Moura, Os Galvão de França, v2, 1972, pp 415 & Da Silva Leme, Genealogia Paulistana, V3, pp 195).

He had the following children:

  F i Maria da Silva de Sampaio

João Bernardes was born about 1580 in São Paulo, São Paulo, Brasil. He married Helena Gonçalves.

(Marcondes de Moura, Os Galvão de França, v2, 1972, pp 415).

Helena Gonçalves was born about 1580 in São Paulo, São Paulo, Brasil. She married João Bernardes.

They had the following children:

  M i André Bernardes

Mateus Martins [Parents] was born in 1633/1638 in São Paulo, São Paulo, Brasil. He married Francisca Correia.

Francisca Correia [Parents] was born in 1635/1640 in São Paulo, São Paulo, Brasil. She married Mateus Martins.

They had the following children:

  F i Maria da Luz do Prado

Baltasar Correia was born about 1600 in São Paulo, São Paulo, Brasil. He married Isabel Afonso.

(Marcondes de Moura, Os Galvão de França, v2, 1972, pp 415).

Isabel Afonso was born about 1600 in São Paulo, São Paulo, Brasil. She married Baltasar Correia.

They had the following children:

  F i Francisca Correia

João do Prado Martins [Parents] was born in 1605/1610 in São Paulo, São Paulo, Brasil. He died in 1656/1657 in Guaratinguetá, São Paulo, Brasil. He married Maria Leme de Chaves in 1630/1635 in Igreja da Sé de São Paulo.

Foi capitão e morador em SP, quando requereu (20/7/1644) "meia légua de terras em Guaratinguetá , partindo com Álvaro Rodrigues, rio acima correndo o mesmo rumo lesueste (margem do Parahyba), duas leguas do que receberá mercê, entende-se meia legua de terras do rumo direito com todas as pontas que descerem ao rio". O requerimento foi feito em Taubaté dirigido ao capitão-mór da capitania. Nesta época já era casado com filhos e foi um dos primeiros povoadores de Guaratinguetá (Marcondes de Moura, Os Galvão de França, v2, 1972, pp 416; (Ortman, Genealogia Guaratiguetaense, Anu. Genea. Latino, V4, 1952, pp 359).

Maria Leme de Chaves [Parents] was born in 1610/1613 in São Paulo, São Paulo, Brasil. She died after 1657 in Pindamonhangaba, São Paulo, Brasil. She married João do Prado Martins in 1630/1635 in Igreja da Sé de São Paulo.

Após enviuvar mudou-se para Pindamonhangaba em 1657 (Marcondes de Moura, Os Galvão de França, v2, 1972, pp 416; Ortman, Genealogia Guaratiguetaense, Anu. Genea. Latino, V4, 1952, pp 359).

They had the following children:

  F i Domingas Ribeiro
  F ii Mariana de Chaves

Domingas Ribeiro [Parents] was born in 1630/1635 in São Paulo, São Paulo, Brasil.

Casou-se não se sabe quem (Marcondes de Moura, Os Galvão de França, v2, 1972, pp 416; Ortman, Genealogia Guaratiguetaense, Anu. Genea. Latino, V4, 1952, pp 359).

She had the following children:

  M i Domingos Martins do Prado

José do Rego de Siqueira [Parents] was born in 1735/1740 in Guaratinguetá, São Paulo, Brasil. He married Maria Bueno de Lima in 1771 in Igreja Matriz de Pindamonhangaba.

Viveu no chamado "Caminho Novo" no atual município de Silveiras (Ortman, Genealogia Guaratiguetaense, Anu. Genea. Latino, V4, 1952, pp 360, 395).

Maria Bueno de Lima [Parents] was born in 1744/1745 in Guaratinguetá, São Paulo, Brasil. She married José do Rego de Siqueira in 1771 in Igreja Matriz de Pindamonhangaba.

Certamente foi uma homônima de sua irmã mais nova.

They had the following children:

  F i Ana Bueno Siqueira
  M ii Antonio Bueno de Siqueira was born in 1774/1775 in Silveiras, São Paulo, Brasil.
  F iii Cândida Francisca Bueno
  M iv Amador Bueno de Siqueira was born in 1778/1779 in Silveiras, São Paulo, Brasil.
  M v Manoel Bueno de Siqueira

Claro Francisco Rodovalho [Parents] was born in 1765/1770 in Guaratinguetá, São Paulo, Brasil. He married Ana Bueno Siqueira in 1793 in Igreja Matriz de Areias.

Ana Bueno Siqueira [Parents] was born in 1772/1774 in Silveiras, São Paulo, Brasil. She married Claro Francisco Rodovalho in 1793 in Igreja Matriz de Areias.

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